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Defesa de quatro arguidos requer nulidade de prova por escutas "feridas de enfermidade" legal
A defesa de quatro arguidos no processo que envolve o grupo de apoiantes do Benfica "No Name Boys" requereu hoje a nulidade da prova, com o argumento de que telemóveis sob escuta foram usados ilegalmente como gravadores de conversas.
No documento enviado ao Tribunal, a que a agência Lusa teve acesso, é considerado pela defesa de quatro arguidos que nas escutas telefónicas há "bizarras" transcrições "feridas à priori de enfermidade" legal.
Assim, é alegado que não se verificou uma "efectiva intercepção ou gravação de uma conversação ou comunicação telefónica", mas uma "gravosa e dolosa 'intercepção e gravação através de um aparelho telefónico', sem legitimidade para tal".
A defesa critica, também, as ausências de identificação dos envolvidos em algumas conversas transcritas.
"Mais gravosa e dolosa que a ausência de um destinatário, é a completa ausência de uma conversação ou comunicação, logo, a impossibilidade de proceder a uma intercepção ou gravação", lê-se no requerimento.
A defesa entende que a "consequência directa" é "a nulidade de toda e qualquer transcrição efectuada, com base em prova proibida, por se ter ido muito para além da legitimidade atribuída pelo sentido e alcance do artigo 187.º do CPP (Código de Processo Penal)".
Assim, adianta, "prova proibida ou ferida de completa nulidade não pode para quaisquer efeitos fazer parte do processo".
Por isso, pede a "nulidade das escutas telefónicas [...], bem como de outras eventualmente presentes no processo, feridas da mesma nulidade", e que "sejam retiradas dos processos todas as transcrições das referidas escutas" e "destruídos os suportes que as contêm, por tratar-se de prova proibida, da qual o Tribunal não podia, nem pode ter conhecimento".
O requerimento foi apresentado pela defesa de quatro arguidos, assegurada pelos advogados Heitor Carvalho e Ligia Borbinha.
Este caso tornou-se conhecido no final de 2008, com a detenção de mais de 30 pessoas no âmbito da "Operação Fair Play", realizada pela Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento (UECCEV) do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, em colaboração com a PSP, que investigou situações relacionadas com actos de violência de que foram vítimas adeptos do FC Porto e do Sporting.
A operação permitiu ainda, nomeadamente, a apreensão de armas proibidas, material pirotécnico e droga.
A 18 de Maio de 2009, a Procuradoria-Geral Distrital (PGD) de Lisboa anunciou que o Ministério Público (MP) acusou 38 pessoas no inquérito relativo ao grupo de apoiantes do Benfica designado "No Name Boys".
Aquela estrutura do MP adiantou que foram imputados "crimes de associação criminosa, tráfico de estupefacientes, detenção de arma proibida, distribuição irregular de títulos de ingresso, incêndio, dano com violência, roubo qualificado, ofensa à integridade física e arremesso de objectos".
O julgamento dos 38 arguidos começará a 03 de Março próximo, na 5.ª Vara Criminal do Campus de Justiça de Lisboa, no Parque das Nações.
Fonte: Lusa
É com muita tristeza que informamos todos os Maritimistas que nos acarinharam e aqueles que viveram verdadeiramente a 100% o Club Sport Marítimo junto dos Ultras Templários ao longo destes anos que a claque cessa a sua actividade.Não pretendemos alongar-nos nesta reflexão porque não funcionamos pelo protagonismo apenas queremos esclarecer as razões para o fim do grupo como movimento relativamente organizado.A razão principal é evidente,a falta de amor das novas gerações pelo CSM e o nosso falhanço como grupo agregador de verdadeiros Maritimistas.O bi-clubismo é uma chaga que fere cada vez mais o nosso Club e em que nós enquanto grupo pactuamos e desde sempre foi enraizado .É hora de dizer basta e lutar verdadeiramente pelo nosso Marítimo.
Até os mais optimistas são unânimes em reconhecer que o afastamento das gentes ,em particular a juventude do CSM em prol dos três clubes com mais história no continente é um sério risco à sobrevivência do nosso quase centenário Club.Mais grave ainda é quando o grande coveiro do nosso Club,o presidente, dá sinais de bajulamento chegando ao cúmulo de afirmar que é normal que nos jogos com essas ditas equipas sejamos minoria no Caldeirão .Se bem que podemos ficar mais descansados porque segundo o presidente isso acaba por galvanizar os jogadores.A nossa pergunta é se não seria melhor jogarmos com os supostos clubes grandes duas vezes em casa deles ,visto que na "nossa" casa somos forasteiros e minoria.Outro factor desde sempre foi o constante desprezo das direções ,pelo nosso amor enquanto Maritimistas organizados ,até por vezes prejudicando com medidas repressivas em conjunto com a polícia.Estes últimos sempre foram um factor contrário ao nosso crescimento com atitudes repressivas e de atentado às liberdades.É claro para todos os Maritimistas o tratamento que a autoridade dá aos locais não só para nós, enquanto claque mas para os Maritimistas em geral.Não queremos deixar passar em claro o nosso falhanço ,enquanto grupo de Maritimistas em cativar a juventude Madeirense para o eterno campeão das Ilhas.
Uma palavra especial para o fundador João Varela e para todos os verdadeiros Maritimistas, a luta só agora está a começar com uma pequena grande diferença, a partir de agora somente com os verdadeiros.Os interessados em continuar a apoiar o CSM a 100% e como único grande amor mantenham-se atentos ,activos e sempre de cabeça erguida pois somos e seremos eternos seguidores ,do Sentimento 100% CLUB SPORT MARÍTIMO 1910...
Fonte: Ultras Templários
Petição para a união das 3 claques oficiais do Sporting no mesmo sector
Encontra-se a decorrer na internet uma petição para sensibilizar as claques oficiais do Sporting Clube de Portugal, Juventude Leonina, Directivo Ultra XXI e Torcida Verde para a importância de se localizarem no mesmo sector do Estádio de Alvalade... LER MAIS.
Fonte: ULTRAS SPORTING
We are sad to announce that as of Tuesday 5th January 2010 the Aberdeen Red Ultras have ceased to exist.
The Red Ultras were set up in 1999 by a group of supporters who wished to bring colour and atmosphere to games involving our beloved Aberdeen Football Club. It has not been easy to do this within the safety climate that currently exists in Scottish Football and mistakes have been made during this time. The pictures that will remain on this site are testament however to all of our members hard work over the years and will remain as a reminder to all what can be acheived if you truly believe in your cause. We are forever grateful for for the dedication and passion our members have displayed and we will continue to share a bond of friendship that will never end.
We would like to take this opportunity thank you all at Aberdeen FC who have assisted and the Aberdeen supporters in general who gave us great support during these years, we appreciate your support more than you ever knew.
The Red Ultras are no more however we must be happy with what we have achieved, we did it for the team we love and that love will continue regardless of what the future holds.
The website and galleries will remain accessible for the next few months should you wish to save any images.
Stood Free 1999-2010Scotlands #1