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08 abril 2010

ADEPTO IDENTIFICADO AGUARDA COIMA - Trofense 0-1 Beira-mar [2]

Foi instaurado um auto de contra-ordenação a um adepto do Beira-Mar, que se deslocou à Trofa para assistir ao jogo entre o CD Trofense e o clube de Aveiro, no dia 2 de Abril, e que durante o jogo utilizou uma tocha de fumo.
Os tumultos começaram na segunda parte do encontro aquando do golo do Beira-Mar aos 73 minutos, na bancada poente do estádio. A contra-ordenação instaurada por introdução e utilização de um artefacto pirotécnico é considerada muito grave, por isso o indivíduo foi identificado por elementos da GNR.
O caso foi entregue ao Instituto do Desporto de Portugal para instrução do processo e habilitação de coima, que poderá variar entre os 2 mil e os 3.500 euros.


Fonte: O Notícias da Trofa

07 abril 2010

INCIDENTES E EXPOSIÇÃO AO COMANDO GERAL DA GNR - Trofense 0-1 Beira-mar [1]

Quem esteve na Trofa ou assistiu ao jogo na televisão soube da ocorrência de alguns incidentes que envolveram os adeptos do SC Beira-Mar e a Polícia, no sector destinado aos adeptos visitantes, logo a seguir ao golo apontado por Artur (aos 73´).
Em quase duas décadas a acompanhar o SC Beira-Mar em muitas deslocações, esta foi a segunda vez que presenciei um comportamento desta índole por parte da Polícia. A primeira vez foi na época 2003-2004, em Moreira de Cónegos, uma cena triste também protagonizada pela GNR. Muito se fala da violência protagonizada pelas claques de futebol, mas o que a maioria das pessoas desconhece é que, de volta e meia, estão os adeptos tranquilos e são as autoridades que deviam promover a segurança de todos nós que se lembram de promover a violência sobre nós. A título pessoal, enquanto espectador de espectáculos desportivos, indignado com o que assisti na Trofa, decidi dirigir uma Exposição ao Comandante Geral da GNR, com conhecimento ao Ministério da Administração Interna, Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, Direcção de Justiça e Disciplina da GNR, Liga Portuguesa de Futebol Profissional, Conselho para a Ética e Segurança no Desporto, Clube Desportivo Trofense e Sport Clube Beira-Mar.
Agradeço ao Pedro Nuno a foto que ilustra este post.

Aqui reproduzo, na íntegra, o teor da referida Exposição:

Comando Geral da Guarda Nacional Republicana
Largo do Carmo
1200-092 Lisboa

Aveiro, 4 de Abril de 2010


Assunto: Intervenção da GNR no jogo CD Trofense / SC Beira-Mar



Exmo. Sr. Comandante Geral da Guarda Nacional Republicana;



No passado dia 2 de Abril, feriado nacional, desloquei-me ao Estádio do Clube Desportivo Trofense, na Cidade da Trofa, para assistir ao jogo de futebol CD Trofense / SC Beira-Mar, referente à 25ª jornada da Liga Vitalis.

Sendo eu adepto do SC Beira-Mar, assisti ao jogo no sector destinado aos adeptos visitantes, juntamente com cerca de seis dezenas de espectadores afectos ao mesmo clube.

Desde o momento da chegada dos adeptos ao estádio, que os ARD (Assistentes de Recinto Desportivo) presentes no local zelaram para que o corredor existente entre o muro que separa a bancada do relvado e a primeira fila de cadeiras da bancada estivesse desobstruído, encaminhando os espectadores para as cadeiras da bancada. Os adeptos do SC Beira-Mar acataram pacificamente essa instrução e respeitaram-na sem qualquer tipo de perturbação até aos 73 minutos de jogo, altura em que o SC Beira-Mar marcou o primeiro e único golo do jogo. Na euforia dos festejos, alguns adeptos acercaram-se junto do referido muro, ocupando momentaneamente o corredor, rejubilando com o golo alcançado pela sua equipa. Numa situação normal, igual a tantas outras que já assisti em centenas de jogos que ao longo da minha vida presenciei, após aquele momento de celebração, os adeptos voltariam tranquilamente para os seus lugares sem qualquer incidente. No entanto, na Trofa assim não aconteceu. Vamos aos factos:

1. Aquando do golo do SC Beira-Mar, alguns adeptos celebrando o golo da sua equipa, ocuparam momentaneamente o corredor e aproximam-se do muro, sem qualquer indício de violência ou intenção de perturbar o jogo;
2. Sem que nada o fizesse prever, vários elementos do Destacamento de Intervenção do Porto, da Guarda Nacional Republicana, que se encontravam próximos daquele local, entram no sector dos adeptos do SC Beira-Mar e empurram, com uma agressividade desmesurada, todas as pessoas que se encontravam momentaneamente a celebrar o golo no referido corredor;
3. Na sequência dos empurrões protagonizados pelos elementos da GNR, registaram-se várias quedas de adeptos, inclusivamente, de pessoas com uma idade mais avançada, gerando a indignação das pessoas que, como eu, assistimos incrédulos à actuação despropositada e desproporcional da GNR;
4. Perante a intervenção de alguns adeptos que tentaram controlar a fúria dos elementos da GNR sobre os outros adeptos, alguns deles menores de idade, os elementos da GNR reagiram à «bastonada» indiscriminadamente.
5. Vários adeptos foram atingidos pelos bastões dos elementos do Destacamento de Intervenção do Porto.
6. Dois adeptos do SC Beira-Mar foram expulsos do estádio, só se entendendo a expulsão de um deles por ter acendido um «pote de fumo», na bancada, aquando do golo da sua equipa. Note-se que esse adepto não estava no corredor aquando da intervenção da GNR;
7. A abordagem dos elementos da GNR aos dois adeptos foi extremamente hostil e agressiva, tratando-os sem qualquer dignidade, agarrando-os e empurrando-os desnecessariamente;
8. Perante a indignação dos restantes adeptos que se encontravam naquele sector, alguns elementos da GNR não se coibiram de proferir ameaças e, inclusivamente, dirigir provocações aos adeptos mais exaltados, contribuindo para “inflamar” ainda mais os ânimos;
9. Os incidentes só não foram mais graves devido à actuação de alguns adeptos que tiveram um papel fundamental a acalmar os adeptos mais exaltados e a mediar as situações de tensão provocadas, sobretudo, pela postura agressiva, ameaçadora e provocadora dos elementos da GNR;
10. Os dois ARD presentes naquele local tiveram um comportamento irrepreensível, mantendo uma postura serena, ajudando a acalmar os adeptos e os elementos da GNR mais exaltados.

No final do jogo, ainda incrédulo com o sucedido, questionei aquele que julgo ser o responsável pelo policiamento do referido jogo, sobre os motivos daquela intervenção em força da polícia sobre os adeptos. A resposta que obtive foi lacónica: “O senhor sabe muito bem”. Eu insisti e repeti a pergunta, dizendo-lhe não saber ao que se referia, ao que me respondeu “Os senhores também não agiram bem”. Fiquei perplexo perante estas respostas vindas de alguém que desempenha uma função de segurança e de autoridade pública.

Em momento algum do jogo a ordem pública esteve em causa. Nada justificou a intervenção da polícia e, muito menos, a aplicação da força e da violência sobre os adeptos. Os agentes da autoridade conseguiram transformar um momento de festa e de celebração – o golo do SC Beira-Mar – num pretexto para protagonizar uma cena triste e nada dignificante.

Bem sei que existem vários fenómenos de violência associados ao desporto e compreendo que, à partida para um jogo, as forças de segurança adoptem uma postura de prevenção e de especial atenção, sobretudo, aos adeptos afectos aos clubes visitantes. No entanto, não posso tolerar que, num Estado de Direito, aqueles em quem confiamos a nossa segurança sejam os primeiros a criar e a alimentar situações de conflito e violência num palco que devia ser, primordialmente, de festa e sã convivência.

Convicto que a conduta dos elementos do Destacamento de Intervenção do Porto no aludido jogo não obedeceu aos princípios que norteiam a missão da Guarda Nacional Republicana, tomei a iniciativa de dar conhecimento destes factos a V. Exa. para que possa agir em conformidade.

Grato pela atenção dispensada, fico à disposição para qualquer esclarecimento adicional sobre esta matéria que entenda por conveniente.


Atentamente,

Nuno Quintaneiro Martins
Fonte: Bancada Norte 
(Foto: Orgulho Trofense)

15 março 2010

Liga de Honra: ULTRAS AURI-NEGROS - Beira-mar 3-1 Estoril

17 outubro 2008

Adeptos & Ultras: INICIATIVAS - Torneio de PES, "Vox Pop" e Hi5

Vitoria 1922 inaugura Vox Pop

O "vox pop" pretenderá que todos os Vitorianos possam intervir na vida do seu clube fazendo sugestões, reclamações, críticas ou até sugerir a equipa ao mister...
O site é de todos... E como todos têm opinião nada melhor do que a fazer ouvir...
Envie o seu texto para: info@vitoria1922.com

Fonte: www.vitoria1922.com


Torneio de PES a 25 Outubro




No dia 25 de Outubro vai decorrer no Bar Auri-negro o II Torneio de PES 2008. Este marcará a despedida do 2008, sendo que os próximos vão ser já da nova versão. Para se inscreverem basta mandarem um email para ultrasaurinegros@gmail.com

Fonte: http://auri-negros.blogspot.com


Auri-negros no Hi5!

Os Ultras Auri-Negros já estão ligados à comunidade através do Hi5!

Hi5 oficial dos UAN:
http://ultrasaurinegros.hi5.com

Apostam neste tipo de iniciativas pois a esmagadora maioria dos jovens aveirenses, entre outros, está ligada ao hi5 e também passa pela claque angariar novos sócios principalmente jovens que à vista de todos não ligam ao BEIRA-MAR! Esta será uma missão da claque para mudar isso!


Fonte: http://auri-negros.blogspot.com

09 agosto 2008

UAN: EM AVEIRO... SÓCIOS, SIM! ULTRAS, NÃO! - Repressão continua...



Sócios serão menos revistados à entrada do EMA


Para agilizar as entradas no estádio, o controlo será mais ligeiro. Assim, não haverá a revista exaustiva às pessoas ( vulgo “apalpanço”), situação que tantas reclamações originou por parte da massa associativa. Serão, no entanto, verificados os conteúdos de sacos, malas e outros objectos trasportados para o interior do recinto.

Vai manter-se a interdição de entrada a garrafas com tampa e outros objectos considerados perigosos para a integridade física das pessoas, tal como está expresso na lei.

As claques terão um controlo de entrada normal e os UAN poderão colocar as suas faixas antes da abertura do estádio. Enquanto não for ultrapassada a questão legal, o que deve ser feito com toda a urgência, as faixas não deverão ter a designação ”ultra”, estando também vedada a entrada a tambores e megafones.

Desta forma, o Sport Clube Beira-Mar assume a total responsabilidade pela segurança e a PSP só intervirá em situações de desordem pública.

Para facilitar a entrada dos sócios e simpatizantes, o clube fica exposto e, caso se verifiquem situações anómalas, terá de responder por elas. As multas são pesadíssimas e, neste momento, o Beira-Mar não tem condições para as suportar. Por isso, é importante que sócios e simpatizantes se comportem exemplarmente, caso contrário, tudo terá de voltar a ser como antes.

Esta alteração no controlo de entradas é para manter ao longo de toda a época e não apenas no jogo com o Gondomar para a Taça da Liga.

Pede-se a todos os associados que compreendam o risco que a Comissão Administrativa está a correr e colaborem. Esta é uma prova de confiança nos sócios. Qualquer comportamento menos próprio será um duro revés para a credibilidade e recuperação financeira do Beira-Mar.


Fonte: Beira-mar

16 janeiro 2008

Repressão: ULTRAS AURI-NEGROS Vs STEWARDS... - Beira-Mar 0-3 Vizela (2)

O Director de Segurança...

"... Em Águeda, a meio da primeira parte do jogo, uma assistente de segurança (steward) dirigiu-se aos UAN no sentido de retirarem dois panos de duas bandeiras que estavam afixados no varandim do estádio cujo único problema que tinham era conter a inscrição "auri-negros", que é uma designação genérica do clube, dos seus atletas e dos seus adeptos...
Por esse facto, os UAN manifestaram o seu desacordo quanto à retirada das ditas bandeiras. A assistente saiu da bancada e foi ao corredor de acesso à mesma, poucos metros ao lado, e contou o sucedido ao Director de Segurança do Beira-Mar, de seu nome João Vicêncio. O Sr. Director, em vez de se dirigir aos UAN (que são sócios do clube que lhe paga) e explicar pessoalmente a sua implicância em relação às ditas bandeiras, preferiu dar ordens à assistente para que retirasse ela mesma as bandeiras, numa postura de clara provocação. Reagiram os UAN e reagiram os sócios do clube que testemunharam a situação.
Não é assim que se tratam pessoas que são sócias e que têm dado tantas provas de dedicação ao clube. Não é com estas atitudes cobardes que se dignifica a instituição que se representa. O Sr. João Vicêncio não tem perfil para o cargo que exerce."
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15 janeiro 2008

Liga de Honra: ULTRAS AURI-NEGROS - Beira-Mar 0-3 Vizela (1)

14 novembro 2007

Liga de Honra: ULTRAS AURI-NEGROS - Rio Ave 1-1 Beira-Mar


20 setembro 2007

Beira-Mar: ULTRAS AURI-NEGROS / PSP / CNVD

Pela importância do momento e dos documentos em causa, aqui publico na íntegra a carta que o presidente da Associação Ultras Auri-Negros dirigiu na semana passada ao presidente do CNVD, bem como, o Comunicado da direcção dos UAN em relação aos incidentes verificados no Domingo com a Polícia de Segurança Pública:

Aveiro, 12 de Setembro de 2007

Exmo. Sr. Presidente do
Conselho Nacional contra a Violência no Desporto

A direcção da Associação Ultras Auri-Negros, Núcleo Oficial do Sport Clube Beira-Mar, decidiu dirigir-lhe esta missiva após ter sido instada pela Polícia de Segurança Pública a registar-se no Conselho Nacional contra a Violência no Desporto.

Vimos por este meio informar V. Exa. que a Associação Ultras Auri-Negros é reconhecida pelo Sport Clube Beira-Mar como seu “Núcleo Oficial”, tal como qualquer outra “Casa”, “Filial” ou “Núcleo”.

Confrontados com esta situação, diligenciamos junto de “Casas”, “Filiais” e “Núcleos” de outros clubes no sentido de sabermos se tal exigência seria extensível a todos, o que não se confirma.

O art. 3º, j) da Lei 16/2004 de 11 de Maio é taxativo ao considerar «Grupo organizado de adeptos» o conjunto de adeptos, usualmente denominado «claques», os quais se constituem como associação nos termos gerais de direito (…).

A direcção da Associação Ultras Auri-Negros, Núcleo Oficial do Sport Clube Beira-Mar, rejeita a designação «claque», sendo que tal termo comporta uma carga axiológica negativa, geralmente associada à violência nos estádios, que recusamos. A nossa actividade é idêntica a qualquer “Casa”, “Filial” ou “Núcleo” de qualquer clube, promovendo sempre os valores do “fair-play”, não se confundindo com qualquer tipo de episódios de violência associada ao desporto.

Actualmente, temos menos de uma centena de associados, todos associados do Sport Clube Beira-Mar, cujos dados pessoais são do completo conhecimento do clube.

Também nos parece pertinente referir que o n/Núcleo não tem registo de envolvimento em incidentes – como a PSP poderá atestar –, procurando apenas promover a militância “clubista” em torno do Sport Clube Beira-Mar sem alimentar quaisquer rivalidades que possam conduzir a comportamentos incorrectos.

Sempre que nos foi solicitado, mostrámos disponibilidade para colaborar com as autoridades policiais.

Pelo exposto, constatando ainda que as “Casas”, “Núcleos” e “Filiais” dos clubes não cabem no âmbito da aludida definição legal de «grupo organizado de adeptos», solicitamos que esta situação seja esclarecida junto das autoridades competentes e que nos seja dispensado o registo no CNVD.

Com os melhores cumprimentos.

O Presidente,
Bruno Vieira
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COMUNICADO
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Face aos problemas levantados pela Polícia de Segurança Pública aos elementos identificados com os Ultras Auri-Negros no último jogo do SC Beira-Mar frente ao Penafiel, vem a Direcção da Associação Ultras Auri-Negros – Núcleo Oficial do SC Beira-Mar informar que:
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1. Foi enviada uma carta ao CNVD no dia 12 de Setembro a solicitar a dispensa do registo no referido Conselho.

2. A referida carta em nenhum momento declara a intenção da Associação Ultras Auri-Negros não se registar no CNVD, solicitando apenas a dispensa do registo pelos fundamentos que foram expostos naquele documento;

3. Foi dado conhecimento do teor da carta, por nossa iniciativa, à Secretaria de Estado do Desporto e da Juventude e à direcção nacional da PSP;

4. Antes mesmo de nos ter sido dada qualquer resposta por parte do CNVD, a PSP entendeu barrar a entrada no Estádio Municipal de Aveiro – Mário Duarte de todo e qualquer tipo de material (tambores, megafone, bandeiras, estandartes e simples faixas de apoio);

5. Repudiamos esta decisão da PSP que extrapola claramente o espírito e alcance da Lei 16/2004 de 11 de Maio e que atenta ao relacionamento cooperante que sempre existiu entre os nossos elementos e aquela autoridade policial;

6. Não aceitamos que nos seja vedada a possibilidade de levarmos para o estádio faixas de apoio ao nosso Clube e identificativas do nosso grupo;

7. Relembramos que a referida Lei 16/2004 não prevê a proibição de existência de grupos organizados de adeptos que não estejam registados no CNVD, sendo clara em relação ao impedimento dos clubes prestarem apoio a grupos organizados de adeptos que não efectuem o referido registo;

8. Não reclamamos qualquer apoio especial por parte do SC Beira-Mar, uma vez que os nossos elementos acedem ao estádio na qualidade de sócios do Clube e exigimos, por isso, ser tratados como tal;

9. Repudiamos os comportamentos profundamente discriminatórios assumidos pela PSP face aos elementos que se identificam com adereços relativos aos “Auri-Negros”, sendo esta designação extensível a todos os adeptos do clube e não apenas aos elementos dos Ultras Auri-Negros;

10. Caso tais comportamentos se voltem a repetir, actuaremos em conformidade junto das autoridades competentes, pois não admitiremos que uma força policial viole descaradamente direitos, liberdades e garantias dos cidadãos.
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Quarta-Feira, 19 de Setembro de 2007
A Direcção da Associação Ultras Auri-Negros.


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18 setembro 2007

Beira-mar: ULTRAS AURI-NEGROS

17 setembro 2007

Beira-Mar: Comunicado CNVD


No referido ofício é dado a conhecer aos vários clubes da Liga que foi estabelecido o prazo de um mês para que se dê cumprimento à exigência legal de registo de Grupos Organizados de Adeptos (Art. 18 da lei 16/2004 de 11 de Maio) junto do Conselho Nacional contra a Violência no Desporto (CNVD).
Assim, qualquer apoio dos clubes aos aludidos grupos, nomeadamente disponibilização de instalações no estádio para guarda de material, implica que o(s) mesmo(s) esteja(m) constituídos sob a forma de associação nos termos gerais do direito e registados como tal no CNVD.
Em face desta posição oficial da LPFP, o Sport Clube Beira-Mar informa que será obrigado a seguir à risca as instruções das forças de autoridade responsáveis pelo policiamento nos jogos relativamente à entrada de determinados objectos no estádio uma vez que, enquanto entidade organizadora do evento, o clube pode restringir mais do que a autoridade, mas nunca menos.
Esta posição do SC Beira-Mar é do conhecimento da direcção da Associação Ultras auri-negros.

06 agosto 2007

Taça da Liga: Freamunde 0 - 0 (2-4 gp) BEIRA-MAR


16 julho 2007

Beira-mar: ULTRAS AURI-NEGROS - 7 anos


12 maio 2007

Futsal: BEIRA-MAR - Novasemente