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14 dezembro 2008

Futebol: TAÇA DE PORTUGAL - Resumos dos jogos de Sábado



(Vídeos: TVGolo)

21 outubro 2008

Portimonense: ULTRAS MARAFADOS - Reactivação da claque


Reactivação da claque do Portimonense na forja

O Portimonense poderá ver reactivada a sua claque a curto prazo. A ideia nasceu no blog do Portimonense e o seu principal mentor foi Miguel Menezes (Miglão). O repto foi lançado já há algum tempo e motivou uma interessante troca de ideias e até alguma polémica quanto ao nome que a nova claque deveria adoptar. Enquanto que uns defendiam o histórico nome de ‘Ultra-Marafados’, outros entendiam que se trataria de uma apropriação ilegítima da denominação. O processo culminou no passado domingo, com uma reunião entre alguns adeptos, no final do jogo para a Taça, que o Portimonense venceu.
Nesse encontro ficou definido que a rampa de lançamento da claque terá lugar no decorrer do próximo jogo do Portimonense contra o Olhanense. Os interessados concentrar-se-ão na bancada sul e, para já, não se identificarão como claque, mas tão só como um grupo de adeptos que se juntam para apoiar o seu clube. Se a iniciativa correr bem, houver entusiasmo e pessoal motivado para isso, será então reactivada a claque.



Fonte: jornaldeportimao

03 abril 2008

Liga de Honra: FORÇA AVENSE E MUNICIPAL DE PORTIMÃO CHEIO - Portimonense 0-0 Aves

Municipal de Portimão encheu
Cordão humano não ultrapassou as 150 pessoas



O cordão humano, organizado por adeptos do Portimonense, teve uma afluência aquém do esperado este domingo, mas as entradas gratuitas proporcionadas pela Direcção tiveram sucesso.

Eram cerca de duas mil pessoas esperadas para participarem num cordão humano, que deveria unir o Estádio Municipal ao hotel na Praia da Rocha onde a equipa se encontrava antes do jogo com o Desportivo das Aves.

Por volta das 14h00, apenas uma centena de pessoas se reuniram em frente ao estádio e rumaram à Avenida 25 de Abril, onde se juntaram mais 50 pessoas. Apesar de não ter chegado perto de fazer um cordão humano de 2 quilómetros, quando o autocarro dos atletas passou em frente ao aglomerado houve uma grande animação.

Os cerca de 25 motards que acompanharam a comitiva deram outro «brilho» à festa que se fez sentir nas ruas de Portimão.

Apesar das poucas pessoas que tiveram presentes, Pedro Simões, um dos organizadores deste cordão humano, não rotulou esta iniciativa de fracasso: “Na Avenida 25 de Abril existiam centenas de pessoas nas janelas a aplaudir. Houve carros decorados, bandeiras, cachecóis e camisolas do clube. Estamos, portanto, satisfeitos por termos contribuído para um grande dia junto do Portimonense”, assumiu.

Entretanto, no Estádio Municipal o cenário era outro. Para apoiar a iniciativa levada a cabo pelos adeptos, a Direcção do Portimonense decidiu abrir as portas do recinto, o que levou a uma enchente ainda não vista esta época.

Foram cerca de cinco mil pessoas que estiveram presentes este domingo para apoiar a equipa, que jogava uma partida «sensível». Numa altura em que o clube atravessa uma fase boa, onde ainda não perdeu qualquer jogo em nove jornadas, o público decidiu mostrar o seu apreço ao comparecer em massa no Estádio Municipal.


Fonte: observatoriodoalgarve




23 dezembro 2007

Claques: PSP diz que só há casos pontuais de xenofobia

Relatório policial sobre as claques de Lisboa alertava para ligações com a extrema-direita

Não existe "qualquer ligação entre a segurança na noite de Lisboa e os grupos organizados de adeptos" e a implicação de membros de claques a fenómenos de criminalidade e violência é "pontual e individual", sendo "menos preocupante do que no Porto". É este o cenário traçado ao PÚBLICO por João Paulo Saramago, chefe da Unidade Regional de Informações Desportivas (URID) da PSP, cuja função é precisamente estudar e acompanhar as claques dos clubes.
Um relatório interno da PSP, elaborado em 2005, e divulgado pelo Jornal de Notícias em Abril passado, apontava para ligações entre algumas claques e grupos de extrema-direita. "A presença de skinheads ligados às ideologias de extrema-direita nas cla-
ques portuguesas passa, essencialmente, por uma forma de atingir os seus objectivos", dizia o relatório, alertando para o facto de "grande parte dos indivíduos que, em Portugal, se encontram referenciados por associação à extrema-direita não se identificavam com esta ideologia quando entraram para uma claque".
João Paulo Saramago diz, no entanto, que este é um cenário que já não é actual. "Não acredito que haja qualquer recrutamento de extrema--direita dentro das claques. Estamos atentos se isso acontecer, mas de momento não se verifica", defende o chefe da URID de Lisboa. Ainda assim, em Abril passado, a PJ deteve vários activistas de extrema-direita e alguns deles eram membros de claques de futebol, particularmente o Grupo 1143 constituído por adeptos do Sporting, ligado a Mário Machado, líder do grupo nacionalista Frente Nacional. "Perdeu visibilidade como grupo e temos notado a ausência de ocorrências como adeptos de risco", diz João Paulo Saramago sobre o Grupo 1143.
No relatório elaborado pelo Ponto Nacional de Informações de Futebol, uma estrutura da PSP que serve de ponto de ligação e de troca de dados com congéneres de outros países da
UE, foram também detectados elementos da extrema-direita em claques de Benfica, FC Porto, Académica, Boavista, Portimonense e Amora. Uma situação que é desvalorizada pela URID: "São adeptos que por acaso têm determinadas ideias", argumenta Saramago, para quem nas claques "pode haver ligações pontuais de alguns indivíduos ao mundo do crime, mas isso não está relacionado com o grupo organizado de adeptos".
Esta justificação é também dada pela URID quando são recordados episódios dos últimos anos, como a detenção, em Dezembro do ano passado, de um dirigente da claque benfiquista No Name Boys por tráfico de droga ou, em Outubro de 2003, de três elementos da mesma claque, por distribuição de estupefacientes, uso e porte de armas proibidas e substâncias explosivas. Saramago argumenta que as claques são actualmente "muito heterogéneas": "Há pessoas de todos os estratos sociais e idades. Desde pessoas licenciadas, com emprego estável, e quadros superiores até ao estivador. São uma representação da nossa sociedade".
Apesar do cenário traçado por Sa-
ramago, a URID, cujos elementos que acompanham as claques são co-
nhecidos como spotters, não têm estado isentos de problemas. No mês passado, foi publicada a morada do chefe da URID e fotos de agentes num blogue antipolícias, caso que está a ser investigado pelo Departamento de Investigação e Acção Penal. "É a primeira vez que isso acontece e não é representativo, porque esse blogue tem sete ou oito utilizadores, uma minoria, quando comparada com os milhares de adeptos com quem convivemos", desvaloriza Saramago.


Fonte: Público