10 abril 2010

YELLOW FANATICS - Illiabum Clube

09 abril 2010

Liga Europa: "YOU'LL NEVER WALK ALONE" - Liverpool 4-1 Benfica



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No Name Boys: PENAS PESADAS PARA QUATRO MEMBROS - Operação "fair play" [11]

MP pede mão pesada para chefes de claque


Quatro arguidos “incentivavam” os No Name Boys a agredir apoiantes do Sporting e FC Porto.

O Ministério Público (MP) pediu ontem penas de prisão nunca inferiores a oito anos para Guilherme Beon, José Pité, António Claro e Hugo Caturna (os três últimos em prisão preventiva), considerados os quatro cabecilhas da claque do Benfica No Name Boys, que tem 37 membros a serem julgados nas Varas Criminais de Lisboa. Para todos, assegura o MP, existem indícios do crime de associação criminosa.

Nas alegações finais do processo, o MP entendeu não ter ficado provada a associação criminosa imputada, pelo DIAP de Lisboa, aos outros 33 arguidos do processo. No entanto, em face da prova produzida, a procuradora opinou que para Guilherme Beon, António Claro, Hugo Caturna e José Pité (que já vinham no despacho de acusação como líderes do grupo que agora se senta no banco dos réus) 'há indícios de co-relacionamento para a prática de crimes'.

Apontando a obtenção de proveitos da venda ilegal de bilhetes de futebol como um desses ilícitos, o MP frisou ainda o papel 'dos quatro arguidos como incentivadores dos restantes à prática de agressões a adeptos do Sporting e FC Porto'.

TRÊS CABECILHAS SUSPEITOS DE TRÁFICO

Dos quatro cabecilhas apontados pelo Ministério Público, apenas António Claro viu caírem por terra as acusações de tráfico de droga que lhe foram imputadas na acusação. Os três comparsas (Hugo Caturna, Guilherme Beon e José Pité) devem, segundo a procuradora que tem representado o MP durante o processo, ser condenados por crimes de posse e venda de droga. No entanto, os outros crimes imputados a António Claro baseiam-se nas escutas telefónicas feitas durante a investigação, bem como nos depoimentos de algumas vítimas e testemunhas de agressões alegadamente cometidos pelo arguido. Uma das várias que, para o MP, ficou provada, teve lugar na área de serviço da Ponte Vasco da Gama onde, com outros arguidos, António Claro terá agredido adeptos do FC Porto.

INCÊNDIO DE AUTOCARRO DO PORTO FOI ACTO ORGANIZADO

O Ministério Público é explícito. José Pité, apontado como um dos alegados cabecilhas da claque do Benfica No Name Boys, é alvo de indícios suficientes para ser condenado por participação no ataque e fogo posto ao autocarro da claque organizada do FC Porto, Super Dragões.

Segundo o despacho de acusação, os factos remontam a 21 de Junho de 2008, dia em que a equipa de hóquei do Porto veio jogar ao Pavilhão da Luz. Num ataque organizado por José Pité, arguidos como Guilherme Beon e Hugo Caturna regaram com gasolina o pesado de passageiros, incendiando-o de seguida. Para o MP estamos perante crimes de dano e incêndio, que devem ser imputados aos arguidos.

PORMENORES

ADVOGADOS CONVERGEM

Os dois advogados que representam os quatro cabecilhas dos No Name Boys defenderam que só há venda ilegal de bilhetes quando há fraude.

ABSOLVIÇÕES

Para o Ministério Público, alguns dos arguidos do processo devem 'ser absolvidos por falta de provas'.

TRÁFICO PROVADO

Outros arguidos, face à droga que lhes foi apreendida, 'devem ser condenados por tráfico reiterado'. 


Fonte: CM

08 abril 2010

ADEPTO IDENTIFICADO AGUARDA COIMA - Trofense 0-1 Beira-mar [2]

Foi instaurado um auto de contra-ordenação a um adepto do Beira-Mar, que se deslocou à Trofa para assistir ao jogo entre o CD Trofense e o clube de Aveiro, no dia 2 de Abril, e que durante o jogo utilizou uma tocha de fumo.
Os tumultos começaram na segunda parte do encontro aquando do golo do Beira-Mar aos 73 minutos, na bancada poente do estádio. A contra-ordenação instaurada por introdução e utilização de um artefacto pirotécnico é considerada muito grave, por isso o indivíduo foi identificado por elementos da GNR.
O caso foi entregue ao Instituto do Desporto de Portugal para instrução do processo e habilitação de coima, que poderá variar entre os 2 mil e os 3.500 euros.


Fonte: O Notícias da Trofa

07 abril 2010

INCIDENTES E EXPOSIÇÃO AO COMANDO GERAL DA GNR - Trofense 0-1 Beira-mar [1]

Quem esteve na Trofa ou assistiu ao jogo na televisão soube da ocorrência de alguns incidentes que envolveram os adeptos do SC Beira-Mar e a Polícia, no sector destinado aos adeptos visitantes, logo a seguir ao golo apontado por Artur (aos 73´).
Em quase duas décadas a acompanhar o SC Beira-Mar em muitas deslocações, esta foi a segunda vez que presenciei um comportamento desta índole por parte da Polícia. A primeira vez foi na época 2003-2004, em Moreira de Cónegos, uma cena triste também protagonizada pela GNR. Muito se fala da violência protagonizada pelas claques de futebol, mas o que a maioria das pessoas desconhece é que, de volta e meia, estão os adeptos tranquilos e são as autoridades que deviam promover a segurança de todos nós que se lembram de promover a violência sobre nós. A título pessoal, enquanto espectador de espectáculos desportivos, indignado com o que assisti na Trofa, decidi dirigir uma Exposição ao Comandante Geral da GNR, com conhecimento ao Ministério da Administração Interna, Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, Direcção de Justiça e Disciplina da GNR, Liga Portuguesa de Futebol Profissional, Conselho para a Ética e Segurança no Desporto, Clube Desportivo Trofense e Sport Clube Beira-Mar.
Agradeço ao Pedro Nuno a foto que ilustra este post.

Aqui reproduzo, na íntegra, o teor da referida Exposição:

Comando Geral da Guarda Nacional Republicana
Largo do Carmo
1200-092 Lisboa

Aveiro, 4 de Abril de 2010


Assunto: Intervenção da GNR no jogo CD Trofense / SC Beira-Mar



Exmo. Sr. Comandante Geral da Guarda Nacional Republicana;



No passado dia 2 de Abril, feriado nacional, desloquei-me ao Estádio do Clube Desportivo Trofense, na Cidade da Trofa, para assistir ao jogo de futebol CD Trofense / SC Beira-Mar, referente à 25ª jornada da Liga Vitalis.

Sendo eu adepto do SC Beira-Mar, assisti ao jogo no sector destinado aos adeptos visitantes, juntamente com cerca de seis dezenas de espectadores afectos ao mesmo clube.

Desde o momento da chegada dos adeptos ao estádio, que os ARD (Assistentes de Recinto Desportivo) presentes no local zelaram para que o corredor existente entre o muro que separa a bancada do relvado e a primeira fila de cadeiras da bancada estivesse desobstruído, encaminhando os espectadores para as cadeiras da bancada. Os adeptos do SC Beira-Mar acataram pacificamente essa instrução e respeitaram-na sem qualquer tipo de perturbação até aos 73 minutos de jogo, altura em que o SC Beira-Mar marcou o primeiro e único golo do jogo. Na euforia dos festejos, alguns adeptos acercaram-se junto do referido muro, ocupando momentaneamente o corredor, rejubilando com o golo alcançado pela sua equipa. Numa situação normal, igual a tantas outras que já assisti em centenas de jogos que ao longo da minha vida presenciei, após aquele momento de celebração, os adeptos voltariam tranquilamente para os seus lugares sem qualquer incidente. No entanto, na Trofa assim não aconteceu. Vamos aos factos:

1. Aquando do golo do SC Beira-Mar, alguns adeptos celebrando o golo da sua equipa, ocuparam momentaneamente o corredor e aproximam-se do muro, sem qualquer indício de violência ou intenção de perturbar o jogo;
2. Sem que nada o fizesse prever, vários elementos do Destacamento de Intervenção do Porto, da Guarda Nacional Republicana, que se encontravam próximos daquele local, entram no sector dos adeptos do SC Beira-Mar e empurram, com uma agressividade desmesurada, todas as pessoas que se encontravam momentaneamente a celebrar o golo no referido corredor;
3. Na sequência dos empurrões protagonizados pelos elementos da GNR, registaram-se várias quedas de adeptos, inclusivamente, de pessoas com uma idade mais avançada, gerando a indignação das pessoas que, como eu, assistimos incrédulos à actuação despropositada e desproporcional da GNR;
4. Perante a intervenção de alguns adeptos que tentaram controlar a fúria dos elementos da GNR sobre os outros adeptos, alguns deles menores de idade, os elementos da GNR reagiram à «bastonada» indiscriminadamente.
5. Vários adeptos foram atingidos pelos bastões dos elementos do Destacamento de Intervenção do Porto.
6. Dois adeptos do SC Beira-Mar foram expulsos do estádio, só se entendendo a expulsão de um deles por ter acendido um «pote de fumo», na bancada, aquando do golo da sua equipa. Note-se que esse adepto não estava no corredor aquando da intervenção da GNR;
7. A abordagem dos elementos da GNR aos dois adeptos foi extremamente hostil e agressiva, tratando-os sem qualquer dignidade, agarrando-os e empurrando-os desnecessariamente;
8. Perante a indignação dos restantes adeptos que se encontravam naquele sector, alguns elementos da GNR não se coibiram de proferir ameaças e, inclusivamente, dirigir provocações aos adeptos mais exaltados, contribuindo para “inflamar” ainda mais os ânimos;
9. Os incidentes só não foram mais graves devido à actuação de alguns adeptos que tiveram um papel fundamental a acalmar os adeptos mais exaltados e a mediar as situações de tensão provocadas, sobretudo, pela postura agressiva, ameaçadora e provocadora dos elementos da GNR;
10. Os dois ARD presentes naquele local tiveram um comportamento irrepreensível, mantendo uma postura serena, ajudando a acalmar os adeptos e os elementos da GNR mais exaltados.

No final do jogo, ainda incrédulo com o sucedido, questionei aquele que julgo ser o responsável pelo policiamento do referido jogo, sobre os motivos daquela intervenção em força da polícia sobre os adeptos. A resposta que obtive foi lacónica: “O senhor sabe muito bem”. Eu insisti e repeti a pergunta, dizendo-lhe não saber ao que se referia, ao que me respondeu “Os senhores também não agiram bem”. Fiquei perplexo perante estas respostas vindas de alguém que desempenha uma função de segurança e de autoridade pública.

Em momento algum do jogo a ordem pública esteve em causa. Nada justificou a intervenção da polícia e, muito menos, a aplicação da força e da violência sobre os adeptos. Os agentes da autoridade conseguiram transformar um momento de festa e de celebração – o golo do SC Beira-Mar – num pretexto para protagonizar uma cena triste e nada dignificante.

Bem sei que existem vários fenómenos de violência associados ao desporto e compreendo que, à partida para um jogo, as forças de segurança adoptem uma postura de prevenção e de especial atenção, sobretudo, aos adeptos afectos aos clubes visitantes. No entanto, não posso tolerar que, num Estado de Direito, aqueles em quem confiamos a nossa segurança sejam os primeiros a criar e a alimentar situações de conflito e violência num palco que devia ser, primordialmente, de festa e sã convivência.

Convicto que a conduta dos elementos do Destacamento de Intervenção do Porto no aludido jogo não obedeceu aos princípios que norteiam a missão da Guarda Nacional Republicana, tomei a iniciativa de dar conhecimento destes factos a V. Exa. para que possa agir em conformidade.

Grato pela atenção dispensada, fico à disposição para qualquer esclarecimento adicional sobre esta matéria que entenda por conveniente.


Atentamente,

Nuno Quintaneiro Martins
Fonte: Bancada Norte 
(Foto: Orgulho Trofense)

06 abril 2010

"YOU' LL NEVER WALK ALONE" - Hinos do futebol

O cântico ganhou fama em Liverpool nos anos 60 e hoje em dia é seguido por várias equipas


"Temos cada vez menos adeptos no estádio. A crise tem algum impacto, mas é sobretudo uma crise de militância", queixou-se Filipe Soares Franco em 2008 quando ainda era presidente do Sporting. Dois anos depois, na madrugada de ontem, os adeptos dos Boston Red Sox (basebol) esgotaram a lotação do Fenway Park pelo 551º jogo consecutivo.

De volta ao lado europeu do Atlântico, o Liverpool, que até tem proprietários norte-americanos, não se pode queixar de militância. E se os adeptos dos Red Sox cantam invariavelmente o tema "Sweet Caroline" de Neil Diamond perto do final do jogo, os adeptos do Liverpool, que também não têm dificuldades em encher Anfield, escolhem "You'll Never Walk Alone".

Porquê? Conta a história que a culpa é do grupo Gerry & The Pacemakers, que fez uma versão do tema do musical "Carousel" de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein. Gerry Marsden, líder da banda, ofereceu o single ao treinador do Liverpool Bill Shankly em 1963. E a partir daí o período de aquecimento era feito com as dez músicas do top britânico. O "You'll Never Walk Alone" foi o único tema que ficou no ouvido dos adeptos que continuaram a cantá-lo, mesmo quando já não figurava nas dez mais.

Desde então passou a ser uma marca do clube de Liverpool e acompanhou-o durante os cinco títulos europeus em 1977, 1978, 1981, 1984 e 2005. Actualmente há adeptos adversários nas competições europeias que se juntam ao momento antes do apito inicial.

SEGUIDORES - A tradição de cantar a música como um hino do clube não se ficou por Liverpool. A fama percorreu mundo e actualmente há muitas mais equipas que seguem o exemplo de Anfield.

Os escoceses do Celtic são os mais apaixonados pelo cântico, pelo que um eventual confronto entre as duas equipas ganha sempre um encanto especial antes da partida. No entanto, Feyenoord e Twente (Holanda), Club Brugge (Bélgica), Borussia Dortmund (Alemanha) e FC Tokyo (Japão) entre outras, também ouvem e cantam o tema do musical "Carousel" antes dos jogos.

Mais recentemente, a alemã Alina Schmidt cantou o tema perante as 45 mil pessoas presentes no estádio do Hannover no memorial de homenagem ao guarda-redes Robert Enke.


Em portugal são várias as claques que entoam este hino,  desde  os anos 90, mas nenhuma o conseguiu afirmar no panorama nacional, até ao momento, levando a que o clube o adopte como um dos seus hinos oficiais, tal como já aconteceu com outros clubes a nível mundial.
Aqui fica a letra:

05 abril 2010

INCIDENTES NO DERBY MINHOTO - Sporting de Braga 3-2 Vitória de Guimarães [2]

"ULTRA" DERBY MINHOTO - Sporting de Braga 3-2 Vitória de Guimarães [1]




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CONVÍVIO "ULTRA" ENTRE GRUPOS - Olhanense 2-2 Vit. Setúbal



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