13 fevereiro 2009

Eleições: SOUTH SIDE BOYS - Nova direcção

Claque South Side tem nova direcção


João Galrito é o novo presidente da associação juvenil que acolhe no seu seio a claque do Sporting Clube Farense, sucedendo a Rui Roque.

João Galrito foi eleito como o novo presidente dos South Side Boys, a claque do Sporting Clube Farense. A associação juvenil foi a votos no passado sábado, no primeiro acto eleitoral com duas listas nos 15 anos de história desta instituição.

João Galrito liderava a lista A e ganhou as eleições com uma vantagem expressiva sobre Rui Roque, primeiro elemento da lista B, que era até agora o presidente da associação.

Algo que, como frisou o vencedor, não significa uma cisão dentro dos South Side, mas sim a escolha «por uma forma diferente de chegar aos mesmos objectivos».

A nova direcção é ainda constituída por João André, Pedro Roque e Pedro Carrega. «Os South Side sempre foram uma grande família. A prová-lo está que na minha lista concorreu o irmão do líder da lista adversária», ilustrou João Galrito.

A nova direcção, que tomou posse na passada terça-feira, compromete-se, assim, a dar continuidade ao trabalho que tem sido feito até agora e manter os objectivos traçados há muito pela associação juvenil.

«O nosso grande objecto é o apoio incondicional ao Sporting Clube Farense. Mas também tentámos sempre exercer alguma influência, nomeadamente junto das camadas mais jovens, para que as pessoas da cidade apoiem o clube. Isso vai continuar a ser feito», disse.

Este trabalho, com a crise económica e consequente crise desportiva que assolou o principal clube de Faro «não tem sido fácil», confessou João Galrito.

Esta situação motivou «um divórcio entre o clube e a cidade» que leva a que alguns dos farenses mais novos «nem sequer tenham conhecimento de que o clube ainda existe».

Ainda assim, os South Side já começaram a conseguir dar a volta por cima, tendo «triplicado o número de associados nos últimos três anos». «Desde que descemos aos distritais, como os jogos são mais caseiros, temos conseguido atrair mais pessoas», explicou.

Até porque, diz abertamente João Galrito, a claque do Farense defende a existência «de um certo bairrismo e tradicionalismo», em prol do clube da cidade.

«Sempre o fomos e vamos continuar a sê-lo. Estes são os nossos valores e queremos que as pessoas voltem a sentir este espírito. Mas sabemos que são valores difíceis de preservar na sociedade em que vivemos», considerou.

Uma vez que esta foi a primeira vez que houve dois candidatos à direcção da associação, o método de votação foi alterado. «Optámos pelo voto secreto. Antes, como só havia uma lista, o voto era por braço no ar», revelou Paulo Castilho, o presidente da Mesa da Assembleia-Geral da associação e responsável pelo acto eleitoral.

«Só houve eleições para a direcção. A Mesa da Assembleia e o Conselho Fiscal mantém-se», acrescentou.

As novidades na eleição da direcção dos South Side não se ficaram pela introdução do voto secreto. Para permitir que todos os interessados tivessem oportunidade de exercer o seu direito, a comissão eleitoral usou a figura do voto por correspondência.

«Houve oito pessoas a votar desta forma», revelou Paulo Castilho. Os South Side contam, actualmente, com «cerca de 160 sócios», dos quais «votaram 74». Destes, 56 votaram em João Galrito e 18 em Rui Roque.

A nova direcção foi eleita por um período de três anos. Segundo o seu presidente, o objectivo de trazer novos sócios para a associação e voltar a criar laços entre a cidade e o Sporting Clube Farense também irá passar pela promoção de alguns eventos e por acções de promoção do clube.



Fonte: Jornal Barlavento

12 fevereiro 2009

93/94: GULLIT, AS PALAVRAS DE UM "LÍDER" - Boletim NN - Ano 1 - Nº4



10 fevereiro 2009

1ª Liga: COREOGRAFIA DO COLECTIVO ULTRAS 95 - FC Porto 1-1 SL Benfica [2]





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09 fevereiro 2009

1ª Liga: LFV QUER ACTUAÇÃO DA PSP INVESTIGADA - FC Porto 1-1 SL Benfica [1]


Foto: DV Norte
Benfica quer investigação à "acção discriminatória" da PSP do Porto


O Benfica pediu ao director nacional da PSP que "investigue a acção ostensivamente discriminatória" do comando do Porto na condução dos adeptos benfiquistas antes do jogo de futebol com o FC Porto, anunciou esta segunda-feira o seu director de comunicação.

"Foi solicitado hoje, por carta assinada pelo presidente do Benfica, ao superintendente Francisco Oliveira Pereira, director nacional da PSP, que investigue a acção ostensivamente discriminatória que foi levada a cabo ontem (domingo) pela PSP do Porto", revelou João Gabriel em conferência de imprensa realizada no Estádio da Luz, em Lisboa.

Na missiva, Luís Filipe Vieira denunciou que os adeptos do Benfica "foram retidos nas imediações do Estádio do Dragão", numa "tentativa deliberada por parte de quem comandava as operações, no Porto, de atrasar a entrada" no recinto.

"Esta situação lamentável fez com que grande maioria dos sócios e adeptos do Benfica só acedesse aos seus lugares depois de decorridos 30 minutos após o início do jogo. Muitos outros, só conseguiram entrar já durante o intervalo, o que é uma situação totalmente intolerável", acusa o presidente benfiquista.

Na carta, da qual foi enviada uma cópia ao ministro da Administração Interna, Luís Filipe Vieira estranha que "um trajecto que, em circunstâncias normais, levaria 20/30 minutos", tenha demorado "cerca de 1:30 horas, sem nada que o justificasse",

"A revista aos sócios e adeptos do Benfica foi efectuada por um número manifestamente insuficiente de 'stewards'e revestiu-se de situações de todo vexatórias para os nossos sócios e adeptos (por exemplo, alguns foram inclusive obrigados a descalçarem-se sobre o piso molhado)", observa a carta.

O director de comunicação dos "encarnados" criticou ainda a arbitragem de Pedro Proença no jogo da 17 jornada da Liga portuguesa de futebol, em que o FC Porto esteve a perder, mas empatou 1-1 graças a uma grande penalidade muito duvidosa.

"Não há nada que se possa dizer que tenha mais força do que imagem que a televisão já mostrou. O Benfica está empenhado em moralizar a arbitragem", advertiu João Gabriel, lamentando "um ciclo de uma década, duas, em que se tem desvirtuado a verdade desportiva".



Fonte: RTP




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