23 outubro 2008

Taça Portugal: SPORTINGUISTA ESFAQUEADO - Sporting 5-3 Benfica (5)


Taça... : COREOGRAFIA DA JUVE LEO - Sporting 5-3 Benfica (1) - Ver... AQUI

Taça... : CURVA BENFIQUISTA EM ALVALADE- Sporting 5-3 Benfica (2) - Ver... AQUI

Taça... : BENFIQUISTAS SEM ESCOLTA - Sporting 5-3 Benfica (3) - Ver... AQUI

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Futsal: Sporting vs Benfica (Sábado, 25 de Outubro - Loures) - Ler mais... AQUI

21 outubro 2008

Lei 16/2004: NOVA PROPOSTA DE LEI - Documento vai a Conselho de Ministros

Documento vai a Conselho de Ministros nas próximas semanas

Nova proposta de lei prevê agravamento de sanções para actos de violência e racismo no desporto


A proposta de lei que visa erradicar do desporto a violência, o racismo, a xenofobia e a intolerância prevê um agravamento das sanções e penas para os infractores. Segundo Manuel Brito, presidente do Conselho para a Ética e Segurança no Desporto (CESD), a nova proposta de lei – que, de acordo com fonte da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, irá a Conselho de Ministros nas próximas semanas – sustenta “uma moldura mais penosa e um agravamento das sanções em relação à natureza da vítima”.

A nova lei prevê, no artigo 27º, que crimes como arremesso de objectos, invasão da área do espectáculo desportivo e tumultos tenham as penas agravadas para o dobro, caso sejam praticados “colocando em perigo a vida, a saúde ou a integridade física ou a segurança dos praticantes, treinadores e árbitros (...) e comunicação social”. “Os agentes desportivos e a comunicação social têm sido objecto de actos de violência que não tem sido punível, o que não é aceitável”, defendeu o responsável, que considera essencial a alteração de tal panorama.

Denominada “Medidas preventivas e sancionatórias com o objectivo de erradicar do desporto a violência, o racismo, a xenofobia e a intolerância”, esta proposta de lei refere também que a tentativa é igualmente punível e prevê que os danos causados na deslocação “para ou de espectáculo desportivo” e as participações em rixas que ocorrerem 24 horas antes ou depois da realização do acontecimento desportivo sejam igualmente punidas. “À tipologia criminal é acrescentado o elemento temporal, 24 horas antes e depois. Fica mais claro que não estamos só a falar do que acontece nos recintos desportivos, mas também nas deslocações entre as cidades”, disse o antigo presidente do Instituto do Desporto de Portugal.

Manuel Brito alertou ainda para a possibilidade de a lei contemplar também a figura da prisão preventiva para o infractor. “Além de aplicar, com mais frequência, a medida de apresentação do indivíduo na esquadra, os juízes têm a possibilidade de usar a figura da prisão preventiva em relação a alguns crimes”, revelou, explicando também que, na nova lei, a interdição de acesso ou permanência no recinto desportivo por parte do infractor pode ser cumulada com a obrigação de apresentação numa esquadra da PSP ou num posto da GNR.

Segundo o responsável, a proposta de lei resulta da “longa experiência de Portugal e dos conselheiros” do CESD na matéria. Contudo, a aplicação da mesma deverá equacionar diferentes fases: “Primeiro que tudo, há a publicação da lei; depois, o segundo passo será dado pelas estruturas do movimento associativo, federações e ligas, ao ajustarem imediatamente os seus regulamentos disciplinares à lei, enquanto o terceiro passo será a fiscalização”, enumerou.


Proposta prevê figura de grupo organizado de sócios

A proposta de lei inclui ainda uma alteração no que concerne à assunção de adeptos e grupos de adeptos: segundo Manuel Brito, a nova lei prevê, além das claques, a figura de grupo organizado de sócios. “A nova lei pode ter duas saídas que vão ajudar ao controlo do fenómeno (da violência). Prevê-se a existência de claques, além do chamado grupo organizado de sócios”, indica uma proposta do presidente do Benfica, Luis Filipe Vieira, acolhida pelo Conselho para a Ética e Segurança no Desporto (CESD).

De acordo com o presidente do (CESD), existe uma “grande resistência” para os grupos se organizarem em claques, o que pode ter várias explicações, mas, segundo Manuel Brito, tal resistência poderá dever-se ao facto “de não quererem identificar-se”, como a lei exige. Como tal, o Conselho acolheu a proposta do presidente do Benfica para o chamado “grupo organizado de sócios” e incluiu-a na proposta de lei.

A posição do Benfica surgiu após sócios do clube, aparentemente ligados a claques, terem insultado o presidente e outros dirigentes durante e no final de uma Assembleia Geral. Segundo a proposta de Luís Filipe Vieira, os grupos de sócios ficariam dispensados de se constituírem em Associação, passando os clubes a ficar responsáveis pela sua identificação. Para serem reconhecidos como grupos de apoio, apenas teriam de ser sócios.

“O próprio clube tem maior responsabilidade pelo grupo de associados, que terá determinados privilégios. A identificação das pessoas será feita pelo próprio clube e depois transmitida ao Conselho”, explicou Manuel Brito. De acordo com o responsável, esta medida ajudará “à co-responsabilização dos clubes” no fenómeno da violência desportiva.

Na nova lei, os grupos organizados de adeptos têm de ser registados no CESD, sob pena de os clubes que apoiarem grupos não registados correrem o risco de jogar os seus encontros à porta fechada. No artigo 12º, o ponto 3 refere que “é expressamente proibido o apoio (...) a grupos organizados de adeptos que adoptem sinais, símbolos e expressões que incitem à violência, ao racismo e à xenofobia ou qualquer outra forma de discriminação”. “Apenas podem ser objecto de apoio por parte dos promotores do espectáculo desportivo, nomeadamente através da concessão de facilidades de utilização ou cedência de instalações, apoio técnico, financeiro ou material, os grupos organizados de adeptos constituídos como associações”, pode ler-se no documento.

Até ao momento, apenas dez claques estão registadas no CESD, apesar de existirem muitas mais espalhadas pelo país que nunca manifestaram qualquer intenção ou documentação de registo. Entre as claques registadas encontram-se as do SportingTorcida Verde (74 filiados), Directivo Ultras XXI (366), Juventude Leonina (195), Brigadas Ultras Sporting (27) – e as do FC PortoSuper Dragões (1024) e Colectivo Ultras 95 (106). Fazem ainda parte das claques registadas: Naval 1º de Maio Colectivo Maravilhas (109), Vitória Futebol Clube VII Exército VFC (89), Boavista Panteras Negras (50) e Marítimo Esquadrão Maritimista (41).


Fonte: Lusa/Público

Alteração à Lei 16/2004... Ler MAIS

Portimonense: ULTRAS MARAFADOS - Reactivação da claque


Reactivação da claque do Portimonense na forja

O Portimonense poderá ver reactivada a sua claque a curto prazo. A ideia nasceu no blog do Portimonense e o seu principal mentor foi Miguel Menezes (Miglão). O repto foi lançado já há algum tempo e motivou uma interessante troca de ideias e até alguma polémica quanto ao nome que a nova claque deveria adoptar. Enquanto que uns defendiam o histórico nome de ‘Ultra-Marafados’, outros entendiam que se trataria de uma apropriação ilegítima da denominação. O processo culminou no passado domingo, com uma reunião entre alguns adeptos, no final do jogo para a Taça, que o Portimonense venceu.
Nesse encontro ficou definido que a rampa de lançamento da claque terá lugar no decorrer do próximo jogo do Portimonense contra o Olhanense. Os interessados concentrar-se-ão na bancada sul e, para já, não se identificarão como claque, mas tão só como um grupo de adeptos que se juntam para apoiar o seu clube. Se a iniciativa correr bem, houver entusiasmo e pessoal motivado para isso, será então reactivada a claque.



Fonte: jornaldeportimao

20 outubro 2008

Taça de Portugal: PORTUGAL TIFO - Fotos e Vídeos



Ver AQUI as últimas FOTOS e VÍDEOS "Ultras" na Taça de Portugal... E muito, muito mais sobre a actualidade Ultra/Supporter nacional e mundial... AQUI

19 outubro 2008

Lei 16/2004: OS "DIFFIDATI" PORTUGUESES - Governo nega lista à polícia

Segurança no futebol
"Hooligans" sem controlo em Portugal


Cerca de 2000 adeptos, a maioria ligada a claques, já estiveram envolvidos em incidentes violentos nos jogos do campeonato nacional de futebol. O Governo nega lista à polícia.


Dois adeptos do Directivo XXI, do Sporting, «skinheads» assumidos
(Legenda da foto - responsabilidade Jornal Expresso)


O adepto do Benfica que ficou recentemente conhecido como o 'diabo de Gaia', por ter agredido o fiscal-de-linha num jogo com o Porto, tem liberdade para voltar a qualquer estádio de futebol. Toda a gente o viu a cometer um crime - agressão -, foi detido pela polícia, mas nada o impede, enquanto aguarda julgamento, marcado para o final deste mês, de voltar aos relvados.

Este não é caso único. Nos 'ficheiros' da polícia constam cerca de
2000 nomes de adeptos, a maioria ligada a claques, que já estiveram envolvidos em incidentes violentos nos jogos do campeonato nacional de futebol. Só na época passada houve 184 casos graves nos estádios da primeira Liga, tendo sido identificados formalmente 189 indivíduos e detidos 19. Foi o maior número de incidentes registados nos últimos cinco anos.

No entanto, segundo o presidente do Conselho para a Ética e Segurança no Desporto (CESD), Manuel Brito, a interdição de entrar em estádios foi aplicada apenas a seis pessoas. E dessas apenas uma o tribunal obriga a apresentar-se na esquadra da área de residência nos dias de jogo, como forma de controlar o cumprimento do castigo. Sem ser assim, reconhece Manuel Brito, "não há qualquer controlo".



Passar a bola

Os "hooligans" nacionais beneficiam, sem dúvida, das 'fintas' à lei e das descoordenações que vão acontecendo entre entidades responsáveis.

O Instituto do Desporto de Portugal (IDP) ignorou um pedido da Direcção Nacional da PSP para que a informasse sobre a identidade dos "hooligans" que estão impedidos, por decisão judicial, de entrar em estádios de futebol. De acordo com a legislação em vigor desde 2004, é o IDP, autoridade governamental, que centraliza esta lista que lhe é remetida pelos tribunais.

Segundo fonte oficial da polícia, "antevendo o início das competições desportivas e perspectivando os necessários procedimentos de segurança", foi feita essa solicitação "a 13 de Agosto de 2008, não tendo sido acusada resposta até ao momento".

O porta-voz oficial do Instituto passa a 'bola' para outra entidade: "face ao novo enquadramento legal, fizemos chegar os elementos ao Conselho para a Ética e Segurança no Desporto (CESD), no qual se encontra representado o Ministério da Administração Interna". Quer o IDP quer o CESD são tutelados pela Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto. O secretário de Estado, Laurentino Dias, que, por sinal, prometeu há um ano um novo enquadramento legal para esta matéria, não quis prestar declarações.

Por sua vez, o presidente do CESD, devolve a 'bola' ao Instituto do Desporto. "Pelo que sei as relações com as forças de segurança são muito boas", afiança.

Na verdade, duas das mais importantes medidas previstas pela lei contra a violência no desporto, publicada há quatro anos, não saíram do papel. Uma é a criação de uma base de dados nacional no IDP, para centralizar os registos das pessoas interditadas de acederem a recintos desportivos, que não foi feita. O porta-voz do IDP não respondeu porquê.

Outra medida por concretizar é o polémico registo das claques de futebol, com os nomes de todos os elementos. A conta-gotas o CESD foi recebendo as listas, mas nem todas as claques se identificaram. Entretanto, está pronta uma anteproposta de lei que prevê um agravamento das penas de prisão e das medidas sancionatórias contra adeptos violentos.



NÚMEROS

1043
incidentes violentos aconteceram desde 2002 nos estádios de futebol

924
pessoas foram identificadas pela polícia e alvo de processos

6
estão proibidas de ir aos jogos




CLAQUES REGISTADAS


* Sporting Torcida Verde (74 filiados), Directivo Ultras XXI (366), Juventude Leonina (195), Brigada Ultras Sporting (27)

* Porto Super Dragões (1024), Colectivo Ultras 95 (106)

* Naval 1º de Maio Colectivo Maravilhas (109)

* Vitória Futebol Clube VIII Exército VFC (89)

* Boavista Panteras Negras (50)

* Marítimo Esquadrão Maritimista (41)




Fonte: Expresso


De claques a grupos organizados de sócios

NOVA LEI PREVÊ FIGURA DIFERENTE NO APOIO AOS CLUBES... Ler MAIS