01 março 2008

1ª Liga: COREOGRAFIA BRACARA LEGION - Braga 0-0 Vitória Guimarães (2)



1ª Liga: AUTOCARRO APEDREJADO - Braga 0-0 Vitória Guimarães (1)


Autocarro só com mulheres apedrejado em Braga

Um autocarro com adeptos do V. Guimarães, neste caso adeptas porque só transportava mulheres, foi atacado à saída do Municipal de Braga. Numa rotunda duzentos metros a seguir ao estádio o autocarro foi apedrejado, três vidros ficaram estilhaçados e acabaram por cair um pouco à frente, também devido à marcha rápida da viatura.

As ocupantes do autocarro ficaram em pânico, mas não houve ferimentos em qualquer uma delas. Os outros autocarros acabaram então por fazer um compasso de espera para aguardar que este último os alcançasse, de forma a cumprirem todos juntos o resto do trajecto até Guimarães. O qual decorreu sem problemas.

Curiosamente os outros quinze autocarros tiveram escolta policial mas este não estava a ter. Este acaba por ser um incidente menor e isolado, numa noite noite em que havia muitos receios de tumultos mais graves. Recorde-se que estiveram dois mil adeptos do V. Guimarães em Braga, entre mais de 25 mil espectadores.


Fonte: Maisfutebol



SJPF: Apenas cinco claques presentes em reunião com o Sindicato (1)


Sindicato dos Jogadores quer ter “acção pedagógica” juntos das claques

O Sindicato dos Jogadores reuniu-se hoje informalmente com elementos de várias claques de futebol, um encontro que valeu “pela acção pedagógica” e por mostrar o “caminho a seguir”. Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato, mostrava-se no final do encontro entusiasmado com o resultado conseguido, frisando o valor da “acção pedagógica” e defendendo que este tipo de encontros são “o caminho a seguir”, por permitirem o diálogo “mais próximo e sem pressões”. Na tenda gigante em formato de meia bola, na Praça do Comércio, em Lisboa, sentaram-se para falar sobre os seus assuntos representantes do Directivo Ultras XXI (Sporting), Frente Leiria (Leiria), Fúria Azul (Belenenses), Mancha Negra (Académica) e Oitavo Exército (Setúbal). Eram esperadas mais claques, nesta iniciativa à margem da Semana Contra o Racismo e Violência, mas nem por isso Evangelista deixou de fazer um balanço positivo. “Umas têm mais disponibilidade, outras menos, mas ninguém se recusou ao diálogo”, frisou o presidente da Sindicato, que pretende “um papel conciliador”. “Não vamos ter os problemas resolvidos em uma semana ou duas, nem em meio ano ou um ano”, admitiu, mas destacou que é “essencial falar”. “Foi mais positiva e catalisadora esta reunião que manifestações de reprovação pública, sem mais”, acrescentou Evangelista, que tem “verificado muito preconceito em relação às claques”. Na reunião diz que ouviu um “discurso directo, sério e honesto”, e que o objectivo “não era criticá-los, mas dar um passo em frente”. “Esta reunião é uma lufada de ar fresco no futebol, numa semana em que quase só se ouviu falar de apito dourado”, desabafou. A propósito dos recentes incidentes entre adeptos do Sporting e Benfica, Evangelista sublinhou que “é de condenar e repudiar todos os actos de violência”, mas também entende que "dar ênfase a esses incidentes é atitude irresponsável”. Nenhuma claque do Benfica marcou presença na reunião, tendo Joaquim Evangelista explicado que tinha sido informado dessa indisponibilidade e que com eles se iria reunir na segunda-feira. Fábio Mendes, da claque Directivo Ultras XXI, classificou o encontro de “cordial” e como mais um passo para se tentar resolver os problemas das claques, mostrando-se confiante em “novos encontros”. Os recentes incidentes são coisas “para esquecer” e que "não deviam acontecer”, diz. Em vésperas do dérbi Sporting-Benfica, espera “um bom espectáculo, sem conflito entre as claques”.

Fonte: OJogo

29 fevereiro 2008

Taça de Portugal: SUPER DRAGÕES, COLECTIVO 95 e ULTRAS BARCELOS - FC Porto 1-0 Gil Vicente





Braga: ULTRAS BRAGA - Novo Blogue

28 fevereiro 2008

Taça de Portugal: JUVE LEO, DUXXI, TORCIDA, BRIGADA e ULTRAS ESTRELA - Sporting 1-0 Amadora




Fiscalização: PSP apreende dois mil «very-lights»





Uma acção de fiscalização a empresas que produzem artigos destinados à sinalização de socorro em embarcações levou à apreensão de um total de 1.987 «very-lights», informou hoje o comando metropolitano de Lisboa da PSP.

Nos últimos dez dias, a PSP procedeu a uma acção de fiscalização em «empresas que se dedicam à armazenagem, comércio e emprego de artifícios pirotécnicos luminosos, fumígenos ou sonoros destinados à sinalização de socorro em embarcações de recreio, pesca e da marinha mercante, vulgarmente conhecidos como «very-lights».

A acção foi realizada «em todo o Distrito de Lisboa, desde Cascais até Torres Vedras», segundo a PSP, que procurava detectar «situações ilegais», que pudessem «pôr em causa a segurança de pessoas e bens» quando os artigos fossem utilizados em recintos públicos.

Entre as irregularidades verificadas, há a assinalar a falta de autorização de importação concedida pela Direcção Nacional da PSP, a falta de peritagem técnico-policial ou de carta de estanqueiro para o referido comércio, a armazenagem em locais não licenciados e a venda a pessoas não autorizadas.

«As infracções indicadas são puníveis com coimas que podem ir dos 250 aos 30 mil euros», destaca a PSP em comunicado, acrescentando que não é raro «este material ser desviado do fim para o qual se destina, sendo utilizado muitas vezes em situações consideradas de risco».

A PSP afirma esperar que a acção de fiscalização, que vai prosseguir, funcione como «um forte contributo para a diminuição do uso indevido destes artifícios e um alerta para os comerciantes não cumpridores da legislação»


Fonte: Lusa

27 fevereiro 2008

1ª Liga: SUPER DRAGÕES, COLECTIVO 95 e YELLOW BOYS - FC Porto 3-0 Paços Ferreira






Benfica: DIABOS VERMELHOS - Novo Site

Lei 16/2004: PLENÁRIO DO CND APROVA DIPLOMA - Claques vão ser punidas por violência fora dos estádios

As claques de Benfica e Sporting que se envolveram em confrontos na madrugada de domingo poderiam ser impedidas de assistir ao dérbi de Alvalade, caso decorresse a temporada 2008/2009. A partir da próxima época as normas para o combate à violência no desporto preconizam a aplicação de sanções aos casos que ocorram longe do perímetro dos Estádios. E os clubes poderão também ser castigados se não impedirem o acesso desses adeptos aos recintos desportivos.

Está em causa a Proposta de Lei que foi aprovada em Conselho de Ministros em Fevereiro de 2004, antes do Europeu que Portugal acolheu nesse ano, e que define medidas preventivas e punitivas para as manifestações de violência associadas ao desporto. O diploma foi entretanto aprovado no Plenário do Conselho Nacional do Desporto (CND) no dia 25 de Fevereiro de 2008 sem votos contra.

No artigo 13, alínea 5, daquele regulamento dita-se que as claques que não estejam devidamente registas no Conselho para a Ética e Segurança no Desporto (CESD), que detém agora as responsabilidades que incumbiam ao extinto Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto, «ou que sejam protagonistas de actos de violência, racismo, xenofobia ou intolerância ficam impossibilitadas de aceder ao interior do recinto desportivo».

Esta medida só vai contudo entrar em vigor a partir da época 2008/2009, conforme estabelece o artigo 42. O texto não define expressamente que as sanções só serão aplicadas aos incidentes dentro daquilo que se define como recinto desportivo e que inclui o Estádio e o perímetro de segurança definido pelas autoridades. Deixa-se deste modo em aberto a hipótese de a medida ser aplicada àqueles que se envolvam em distúrbios noutros locais se motivados por razões futebolísticas. Restará provar as motivações clubísticas desses actos de delinquência.

Em vigor já está o exposto no artigo 8 da mesma Lei que na alínea c salienta que cabe aos clubes e à Liga Profissional «aplicar medidas sancionatórias aos seus associados envolvidos em perturbações de ordem pública», nomeadamente impedindo-lhes o acesso aos Estádios. Está ainda previsto no artigo 12 a realização de jogos à porta fechada para os emblemas que apoiem as claques que «adoptem sinais, símbolos e expressões que incitem à violência».

O Instituto de Desporto de Portugal assume a responsabilidade de organizar um registo dos adeptos castigados com a impossibilidade de presença nos Estádios. Dados esses reunidos com base nas acções judiciais e que deverão ser comunicados às entidades que organizam as provas.

O CESD age no meio disto tudo como órgão fiscalizador. Constituído por uma dezena de elementos de vários quadrantes, desde Laurentino Dias a Gilberto Madaíl e Hermínio Loureiro, passando por representantes de jogadores e treinadores, elementos de diversas modalidades, membros dos Municípios e de vários Ministérios, até figuras como Rosa Mota e Guilherme Aguiar, é um órgão meramente consultivo e que em termos sancionatórios só pode retirar os estatutos de Utilidade Pública à Liga de Clubes ou à Federação, caso estas não actuem de acordo com as normas definidas.


Fonte: Relvado

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Derby: Sindicato dos Jogadores reúne claques do Benfica e Sporting


Joaquim Evangelista convidou as claques de Benfica e Sporting – que se digladiaram no passado domingo – a comparecerem sexta-feira na Praça do Comércio para uma reunião onde será abordada a relação entre as duas claques.

«Houve disponibilidade imediata dos responsáveis das claques para reunirem e discutirem os problemas que afectam o futebol português e o relacionamento entre eles próprios. O apelo não deve partir só dos clubes mas também de agentes desportivos, como por exemplo o sindicato ou os jogadores, que são referências para as próprias claques e que podem ter um papel decisivo nessa socialização de trazer para dentro do futebol esses grupos de adeptos», refere Evangelista.

E acrescenta em jeito de sugestão: «Na Europa é normal haver grupos representativos das claques a participarem naquilo que é a discussão do futebol.»


Fonte: ABola

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Portugal: CASUALS - O estilo casual está a ganhar força

"O estilo casual está a ganhar força" em Portugal

Há anos que estuda as claques de futebol e ontem, quando estava a ouvir as notícias na televisão sobre os confrontos entre adeptos de futebol, este fim-de-semana, em Lisboa, teve uma primeira reacção: "Não vamos ficar por aqui". Daniel Seabra, antropólogo, professor da Universidade Fernando Pessoa, no Porto, é doutorando do Instituto de Ciências Sociais, em Lisboa. E teme que Portugal esteja a assistir a uma mudança que pode ser perigosa: "O estilo casual está a ganhar força".

Salomé Marivoet, socióloga e investigadora na área da violência no desporto, não vê os confrontos da madrugada de anteontem como uma manifestação do estilo casual, embora reconheça que ele existe em Portugal. Só que ainda não tem muita visibilidade, "porque não há adversários à altura", diz. "Mas há indícios que apontam para um agravamento."
O estilo casual, diz o antropólogo, nasceu nos anos 1990, na Inglaterra, numa altura em que as autoridades apertavam o controlo aos hooligans. "As pessoas começaram a ir aos estádios sem cachecóis, nos seus próprios carros, e causavam incidentes nas imediações." Desta forma, vestidos como um qualquer adepto de futebol sem nenhuma ligação a um grupo organizado, era mais fácil escapar ao controlo policial.
Em Portugal - "onde temos hooligans nas claques, mas não podemos dizer que haja um problema de hooliganismo" -, tem predominado o modelo dos movimentos ultra, continua. A grande diferença entre os hooligans e os ultras é que os primeiros "têm como objectivo, muitas vezes, a confrontação com adeptos adversários - a violência é premeditada, planeada". Enquanto no movimento ultra a violência surge espontaneamente, como um "efeito perverso" da aglomeração de adeptos. Já os casual, diz Salomé Marivoet, têm "um gosto especial pela confrontação e pela luta homem a homem".
A lei portuguesa obriga ao registo das claques. E estas passaram a ter que fornecer os elementos de identificação dos elementos que as integram (como o nome, a morada, a fotografia). "Interrogo-me sobre a fiabilidade dessas bases de dados", diz Seabra. "Os elementos que se portam mal estão lá?" O investigador duvida. E acha que a lei "está a empurrar para o estilo casual" - que passa mais despercebido - alguns dos membros das claques. Os mais problemáticos.
Os confrontos violentos dentro dos estádios tenderão a diminuir, continua. O problema será cada vez mais o que se passa nas imediações. E porque esta violência reproduz, por vezes, "um quotidiano de alguma delinquência urbana", nota que é preciso actuar no que a gera. É preciso melhorar os sistemas de policiamento, mas também a educação cívica e desportiva nas escolas, exemplifica. com Hugo Daniel Sousa


Janeiro de 2008
O jogo Vitória de Guimarães-Benfica é antecedido de confrontos perto do estádio do Vitória. Há quatro feridos; um homem é esfaqueado no tórax.

Abril de 2007
Acontece no Benfica-FC Porto: dois adeptos "encarnados" são detidos por agressão e ferimentos a agentes da polícia nas imediações do estádio.

Setembro de 2005
Perto do Estádio de Alvalade, junto à estação de metro de Telheiras, uma rixa entre adeptos do Sporting e do Benfica provoca dois feridos.

Fonte: Público

Lei 16/2004: CLAQUES LEGALIZADAS - Autoridades estão preocupadas com os casuals


Autoridades estão preocupadas com os casuals, adeptos violentos que actuam por conta própria. Polícia teme mais confrontos até domingo

9 claques de clubes de futebol estão registadas, havendo mais duas a finalizar o registo
a Os incidentes entre adeptos do Benfica e do Sporting ocorridos na madrugada de anteontem, nas imediações do Estádio da Luz e na Amadora, são vistos como "um caso isolado" pelas autoridades portuguesas, mas causam "preocupação" por, alegadamente, terem estado envolvidos os chamados casuals, adeptos violentos que actuam por conta própria e fora do controlo policial das claques, e também por terem acontecido dias antes do derby de domingo, entre as duas principais equipas de Lisboa.
Estes adeptos casuais já existem há algum tempo em Portugal, mas as autoridades policiais têm notado um aumento da sua actividade e visibilidade. "O casual é um indivíduo que não está disposto a fazer parte da hierarquia da claque. É um outsider", explica o intendente Paulo Gomes, secretário--geral adjunto do Gabinete Coordenador de Segurança, considerando que, à semelhança do que acontece na Europa, "o maior controlo policial dos grupos organizados de adeptos" leva a que "alguns indivíduos não queiram ser acompanhados por agentes".
Embora não estabeleça uma "relação directa" entre este fenómeno e o crescente número de claques legalizadas em Portugal (que obriga à identificação dos seus membros), Paulo Gomes admite que o registo contribui para que alguns adeptos "procurem alternativas". Depois dos incidentes no Benfica-FC Porto, de Abril de 2007, o poder político pressionou os clubes. E de uma claque registada passou-se para nove.
Os adeptos do Sporting que se envolveram nos confrontos de anteontem, incluindo o que acabaria por ser esfaqueado à porta de casa na Amadora, são membros da claque Juventude Leonina e estão referenciados pela polícia como casuals.

Membro dos No Name detido

Outra razão para as autoridades policiais verem estes confrontos como uma manifestação que tem algo de casual é o facto de o homem detido pela PSP, na madrugada de segunda-feira, na Amadora, ser membro da claque benfiquista No Name Boys, uma das que não estão registadas. Uma fonte policial disse ao PÚBLICO que esta claque "abandonou a cooperação com a polícia" e não dá conhecimento das suas deslocações aos agentes, como costumava acontecer.
O alegado autor das agressões (três facadas), com idade entre os 25 e os 30 anos, terá sido colocado em liberdade depois de ter sido interrogado. A ausência de flagrante delito determina a libertação do suspeito. Mesmo que se trate, como é o caso, de um cadastrado, com antecedentes por tráfico de droga e alvo de averiguações relativas a um homicídio. Na mesma ocasião, terá sido conduzido à mesma esquadra um outro indivíduo que testemunhas referem ter presenciado as agressões. Além dos golpes de faca, a vítima terá sido queimada nas costas, tendo sido assistida nos hospitais de São Francisco Xavier e da Amadora/Sintra, de onde já teve alta.
A polícia admite a existência de mais confrontos entre adeptos dos dois clubes nos dias que antecedem o jogo que ambos vão disputar, no domingo, em Alvalade. A PSP, através da Unidade de Recolha de Informação Desportiva, tem vindo a recolher indícios de que alguns indivíduos ligados às principais claques dos clubes pretendem confrontar-se fisicamente, como aconteceu há dois anos, nas imediações da estação do metropolitano de Telheiras.
Para Paulo Gomes, a penalização dos infractores, o diálogo com os líderes das claques e um reforço das informações recolhidas no terreno são os passos para combater estes fenómenos, que são "difusos" e "de difícil previsibilidade". E Manuel Brito, presidente da Conselho para a Ética e Segurança no Desporto, pede que os dirigentes dos clubes tenham cuidado com as palavras.

Fonte: Público

26 fevereiro 2008

Brasil: PETARDO PROVOCA PERDA DE MÃO A ADEPTO - Criciúma 1-0 Avaí



Jornais: A BOLA - "Guerra de Claques ameaça o Derby"


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25 fevereiro 2008

1ª Liga: INCIDENTES NA LUZ - Benfica 1-1 Braga


Foto: "A Bola"
Incidentes entre claque e adeptos

Não passou despercebido durante o Benfica-Sp. Braga deste domingo um foco de tensão junto da claque «No Name Boys». Tudo aconteceu durante a segunda parte do encontro, na zona onde se encontrava a torcida encarnada. E tudo por causa de uma bandeira.

Os «No Name Boys», que ocupam o piso inferior de um dos topos do estádio, não terão gostado que os adeptos acima instalados reclamassem da exibição de uma enorme bandeira, que lhes taparia a visão.

O mal-estar instalou-se quando uma das pessoas ali presente puxou a bandeira, para irritação de alguns membros da claque que o tentaram agredir, trepando até ao piso superior. As forças policiais acorreram ao local e rapidamente o incidente foi sanado.


Fonte: Maisfutebol