26 novembro 2008

Lei 16/2004: M.J. MORGADO DEFENDE "REPRESSÃO POLICIAL" E AFASTAMENTO DE GRUPOS - Mais poderes para o CNCVD


Maria José Morgado defende mais poderes para Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto


A directora do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa defende mais poderes para o Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto para que este possa instruir processos administrativos que afastem os grupos violentos dos recintos de futebol.

Maria José Morgado falava terça-feira à noite à Agência Lusa, à margem da conferência "Corrupção no âmbito dos crimes económicos", que decorreu na sede da Associação para o Desenvolvimento Económico e Social/Sedes, em Lisboa.

Questionada sobre as medidas que, em seu entender, deveria haver para prevenir situações de violência no futebol, a magistrada sustentou que, no domínio do "controlo" das claques, "deveriam ser aumentados os poderes" do Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto, para que este pudesse "instruir processos administrativos" que permitissem "afastar os grupos mais violentos dos recintos".

Segundo a directora do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa, a "aplicação das medidas deveria ser em tempo real".

Maria José Morgado advogou ainda, para "os casos mais violentos", a "repressão policial".

Criado por lei em 2004, o Conselho Nacional Contra a Violência no Desporto, que funciona na dependência do Governo, tem como incumbência promover e coordenar a adopção de medidas de combate às manifestações de violência associadas ao desporto.

Maria José Morgado liderou a equipa que conduziu o processo de investigações ao grupo de apoiantes do Benfica "No Name Boys", que levou recentemente à detenção de 32 suspeitos.

Destes, 15 foram apresentados a primeiro interrogatório judicial, aos quais foram aplicadas diversas medidas de coacção, entre as quais a prisão preventiva, a mais grave, que coube a cinco deles.

Os arguidos são indiciados pelos crimes de associação criminosa, posse e tráfico de armas de fogo, tráfico de estupefacientes, ofensa à integridade física qualificada, roubo, incêndio, explosões e outras condutas violentas especialmente perigosas, de acordo com a Procuradoria-Geral da República.

Questionada pela Lusa se existem em curso mais processos de investigação sobre claques de futebol, Maria José Morgado escusou-se a responder.



Fonte: Lusa

5 comentários:

Anónimo disse...

Repressão? Mais do que aqula que já sofremos!
o que eles querem sei eu!

Anónimo disse...

TODOS QUEREM SABER!!!!!!

Quem é o LIDER???

E NNÒS VAMOS DIZER!!!!

Quem é o LIDER???
lalalalalala
SOU EU!!!!
lalalalalala
SOU EU!!!!


NNós NNão NNos VeNNdemos!!!

Anónimo disse...

esta mulher é uma anedota...

Anónimo disse...

Não se esqueçam que a ´Noite Branca´ tb foi coordenada por
esta senhora!!!Mais repressão???
Não chega a que temos nas curvas???
Quanto ao nnabo de cima não é o
lider mas sim os lideres!E sim!Já
toda a gente sabe quem são(melhor!
eram!!)e aonde estão esses covardes
do caralho ...

Anónimo disse...
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