22 setembro 2007

Liga dos Campeões: SPORTING 0 - 1 Manchester United (2)



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1ª Liga: VITÓRIA GUIMARÃES 1 - 0 Nacional


Lei 16/2004: Claques podem candidatar-se a fundos da UE


A legalização das claques, na prática, quase ou nenhuma vantagem tem para aquelas que já conseguiram esse estatuto, no caso, as do F. C. Porto, Superdragões e o Colectivo Ultras 95, e as do Sporting, Torcida Verde e Directivo Ultras XXI.

Jorge Sousa, dirigente do Colectivo, lamenta que "a Liga não incentive a legalização, através de apoios àqueles que cumprem com a lei". "Objectivamente nada mudou. Estamos na estaca zero, todavia tencionámos fazer um protocolo com o nosso clube para se consolidar esse relacionamento. Para já, estamos na mesma, apenas temos apoio na compra de bilhetes que não na baixa do seu preço , como desejamos", referiu

Talvez uma das poucas vantagens da legalização resida na eventualidade de poderem apresentar uma candidatura aos fundos da União Europeia destinados à promoção da ocupação dos tempos livres da juventude, através de um quadro comunitário específico, algo parecido com o que já acontece com a generalidade das associações juvenis.

No restante, nada de novo. Não aumentam, nem a responsabilidade, nem as ajudas.

O F. C. Porto, em comunicado, congratulou-se com a legalização das suas duas claques, afirmando que, assim, se coloca "na linha de frente no que diz respeito ao enquadramento legal dos grupos de apoiantes".

O processo iniciara-se há cerca de um ano, a partir de uma série de condições impostas pelo clube e aceites pelas duas claques. Depois, foi seguir o processo de constituição das associações uma ida ao notário e o posterior envio da documentação para o CNVD ( Conselho Nacional contra a Violência no Desporto) que, em princípio se limita a ratificar o registo, pois as claques passaram a ser associações como outras quaisquer.

A maioria delas, porém, não está sensibilzada para a legalização... Ler... MAIS

Taça UEFA: PAÇOS DE FERREIRA 0 - 1 AZ Alkmaar


21 setembro 2007

Liga dos Campeões: GLASGOW RANGERS 2 - 1 Estugarda



Braga: RED BOYS - Novo Material


Taça UEFA: HAMMARBY 2 - 1 Braga


20 setembro 2007

Liga dos Campeões: AC MILAN 2 - 1 SL BENFICA (2)






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Lei 16/2004: Repressão - Impactos (I)Legais

Em primeiro lugar agradecemos as dezenas de e-mails de pessoal a pedir informações e a dar força.

A todos vocês o nosso obrigado.

Uma dessas pessoas enviou-nos diversos artigos da Constituição da República Portuguesa e alguns da famigerada lei que pretende descriminar-nos do resto da população em geral. Será que vamos ter BI's ou Cartões de Cidadão de cor diferente ? Ou vamos ser obrigados a andar com simbolos pintados na roupa? Acham disparatado? Perguntem ao elemento do Grupo Manks que foi identificado e revistado na Luz pois quando se dirigia ao relvado para fotografar o jogo verificaram que tinha uma T-Shirt a dizer ... Ultras.

Abaixo a legislação que nos chegou. Usem-na, façam contactos, dêm opiniões. E não promovam a violência. É exactamente o que querem para nos apontar como a escumalha de um futebol podre e baseado na corrupção e compadrio em que no fundo somos os ultimos românticos...

" Constituição portuguesa http://www.parlamento.pt/const_leg/crp_port/
Os artigos que destaco
Artigo 13.º da Constituição da Republica Portuguesa(Princípio da igualdade)
1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.
2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.
Artigo 26.º da Constituição da Republica Portuguesa(Outros direitos pessoais)
1. A todos são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, à capacidade civil, à cidadania, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra, à reserva da intimidade da vida privada e familiar e à protecção legal contra quaisquer formas de discriminação.
2. A lei estabelecerá garantias efectivas contra a obtenção e utilização abusivas, ou contrárias à dignidade humana, de informações relativas às pessoas e famílias.
Artigo 35.º da Constituição da Republica Portuguesa(Utilização da informática)
1. Todos os cidadãos têm o direito de acesso aos dados informatizados que lhes digam respeito, podendo exigir a sua rectificação e actualização, e o direito de conhecer a finalidade a que se destinam, nos termos da lei.
3. A informática não pode ser utilizada para tratamento de dados referentes a convicções filosóficas ou políticas, filiação partidária ou sindical, fé religiosa, vida privada e origem étnica, salvo mediante consentimento expresso do titular, autorização prevista por lei com garantias de não discriminação ou para processamento de dados estatísticos não individualmente identificáveis.
4. É proibido o acesso a dados pessoais de terceiros, salvo em casos excepcionais previstos na lei.
7. Os dados pessoais constantes de ficheiros manuais gozam de protecção idêntica à prevista nos números anteriores, nos termos da lei.
Artigo 37.º da Constituição da Republica Portuguesa(Liberdade de expressão e informação)
1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.
2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.
3. As infracções cometidas no exercício destes direitos ficam submetidas aos princípios gerais de direito criminal ou do ilícito de mera ordenação social, sendo a sua apreciação respectivamente da competência dos tribunais judiciais ou de entidade administrativa independente, nos termos da lei.
4. A todas as pessoas, singulares ou colectivas, é assegurado, em condições de igualdade e eficácia, o direito de resposta e de rectificação, bem como o direito a indemnização pelos danos sofridos.
Artigo 21.º(Direito de resistência)
Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.
Artigo 46.º(Liberdade de associação)
1. Os cidadãos têm o direito de, livremente e sem dependência de qualquer autorização, constituir associações, desde que estas não se destinem a promover a violência e os respectivos fins não sejam contrários à lei penal.
2. As associações prosseguem livremente os seus fins sem interferência das autoridades públicas e não podem ser dissolvidas pelo Estado ou suspensas as suas actividades senão nos casos previstos na lei e mediante decisão judicial.
3. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação nem coagido por qualquer meio a permanecer nela... Ler... MAIS

Liga dos Campeões: PORTO 1 - 1 Liverpool (2)



Liga dos Campeões: SPORTING 0 - 1 Manchester United (1)


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Liga de Honra: Estoril 3 - 2 FREAMUNDE


Benfica: Entrevistas - DIABOS VERMELHOS e NO NAME BOYS a "O Crime" (3)

Claques do Benfica em silêncio

"O Crime" tentou ouvir as duas principais claques do Benfica ("Diabos Vermelhos" e "No Name Boys"), mas nenhuma se mostrou disponível para falar. Foi-nos dito que desde o rebentar da polémica em torno dos vídeos divulgados no portal "YouTube" pela ACAB, as duas claques firmaram um "acordo" para não falarem à comunicação social. A decisão foi tomada depois de se especular que alguns dos autores do vídeo, membros da ACAB, pertenceriam à claque dos "No Name Boys".

Sporting da Covilhã: Prémio de bom comportamento - ULTRAS COVILHÃ





A Directiva Ultras Covilhã informa que se encontram abertas as inscrições e renovações para a época 2007/2008.

No que toca às novas inscrições, a direcção dos UC entendeu criar 2 modalidades:
• Renovação simples: 5€
• Renovação com oferta de um cachecol Ultras Covilhã: 10€

Neste campo, em conjunto com o SCC, a entrada nos jogos será gratuita para sócios UC/SCC como prémio de bom comportamento da claque nos últimos anos, e o apoio incansável á equipa nos jogos em casa e alguns jogos fora...
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Beira-Mar: ULTRAS AURI-NEGROS / PSP / CNVD

Pela importância do momento e dos documentos em causa, aqui publico na íntegra a carta que o presidente da Associação Ultras Auri-Negros dirigiu na semana passada ao presidente do CNVD, bem como, o Comunicado da direcção dos UAN em relação aos incidentes verificados no Domingo com a Polícia de Segurança Pública:

Aveiro, 12 de Setembro de 2007

Exmo. Sr. Presidente do
Conselho Nacional contra a Violência no Desporto

A direcção da Associação Ultras Auri-Negros, Núcleo Oficial do Sport Clube Beira-Mar, decidiu dirigir-lhe esta missiva após ter sido instada pela Polícia de Segurança Pública a registar-se no Conselho Nacional contra a Violência no Desporto.

Vimos por este meio informar V. Exa. que a Associação Ultras Auri-Negros é reconhecida pelo Sport Clube Beira-Mar como seu “Núcleo Oficial”, tal como qualquer outra “Casa”, “Filial” ou “Núcleo”.

Confrontados com esta situação, diligenciamos junto de “Casas”, “Filiais” e “Núcleos” de outros clubes no sentido de sabermos se tal exigência seria extensível a todos, o que não se confirma.

O art. 3º, j) da Lei 16/2004 de 11 de Maio é taxativo ao considerar «Grupo organizado de adeptos» o conjunto de adeptos, usualmente denominado «claques», os quais se constituem como associação nos termos gerais de direito (…).

A direcção da Associação Ultras Auri-Negros, Núcleo Oficial do Sport Clube Beira-Mar, rejeita a designação «claque», sendo que tal termo comporta uma carga axiológica negativa, geralmente associada à violência nos estádios, que recusamos. A nossa actividade é idêntica a qualquer “Casa”, “Filial” ou “Núcleo” de qualquer clube, promovendo sempre os valores do “fair-play”, não se confundindo com qualquer tipo de episódios de violência associada ao desporto.

Actualmente, temos menos de uma centena de associados, todos associados do Sport Clube Beira-Mar, cujos dados pessoais são do completo conhecimento do clube.

Também nos parece pertinente referir que o n/Núcleo não tem registo de envolvimento em incidentes – como a PSP poderá atestar –, procurando apenas promover a militância “clubista” em torno do Sport Clube Beira-Mar sem alimentar quaisquer rivalidades que possam conduzir a comportamentos incorrectos.

Sempre que nos foi solicitado, mostrámos disponibilidade para colaborar com as autoridades policiais.

Pelo exposto, constatando ainda que as “Casas”, “Núcleos” e “Filiais” dos clubes não cabem no âmbito da aludida definição legal de «grupo organizado de adeptos», solicitamos que esta situação seja esclarecida junto das autoridades competentes e que nos seja dispensado o registo no CNVD.

Com os melhores cumprimentos.

O Presidente,
Bruno Vieira
____________________________
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COMUNICADO
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Face aos problemas levantados pela Polícia de Segurança Pública aos elementos identificados com os Ultras Auri-Negros no último jogo do SC Beira-Mar frente ao Penafiel, vem a Direcção da Associação Ultras Auri-Negros – Núcleo Oficial do SC Beira-Mar informar que:
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1. Foi enviada uma carta ao CNVD no dia 12 de Setembro a solicitar a dispensa do registo no referido Conselho.

2. A referida carta em nenhum momento declara a intenção da Associação Ultras Auri-Negros não se registar no CNVD, solicitando apenas a dispensa do registo pelos fundamentos que foram expostos naquele documento;

3. Foi dado conhecimento do teor da carta, por nossa iniciativa, à Secretaria de Estado do Desporto e da Juventude e à direcção nacional da PSP;

4. Antes mesmo de nos ter sido dada qualquer resposta por parte do CNVD, a PSP entendeu barrar a entrada no Estádio Municipal de Aveiro – Mário Duarte de todo e qualquer tipo de material (tambores, megafone, bandeiras, estandartes e simples faixas de apoio);

5. Repudiamos esta decisão da PSP que extrapola claramente o espírito e alcance da Lei 16/2004 de 11 de Maio e que atenta ao relacionamento cooperante que sempre existiu entre os nossos elementos e aquela autoridade policial;

6. Não aceitamos que nos seja vedada a possibilidade de levarmos para o estádio faixas de apoio ao nosso Clube e identificativas do nosso grupo;

7. Relembramos que a referida Lei 16/2004 não prevê a proibição de existência de grupos organizados de adeptos que não estejam registados no CNVD, sendo clara em relação ao impedimento dos clubes prestarem apoio a grupos organizados de adeptos que não efectuem o referido registo;

8. Não reclamamos qualquer apoio especial por parte do SC Beira-Mar, uma vez que os nossos elementos acedem ao estádio na qualidade de sócios do Clube e exigimos, por isso, ser tratados como tal;

9. Repudiamos os comportamentos profundamente discriminatórios assumidos pela PSP face aos elementos que se identificam com adereços relativos aos “Auri-Negros”, sendo esta designação extensível a todos os adeptos do clube e não apenas aos elementos dos Ultras Auri-Negros;

10. Caso tais comportamentos se voltem a repetir, actuaremos em conformidade junto das autoridades competentes, pois não admitiremos que uma força policial viole descaradamente direitos, liberdades e garantias dos cidadãos.
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Quarta-Feira, 19 de Setembro de 2007
A Direcção da Associação Ultras Auri-Negros.


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19 setembro 2007

Liga dos Campeões: AC Milan 2 - 1 SL BENFICA (1)


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Liga dos Campeões: PORTO 1 - 1 Liverpool (1)


18 setembro 2007

3ª Divisão: AROUCA 0 - 1 Milheiroense

Beira-mar: ULTRAS AURI-NEGROS

1ª Liga: BELENENSES 2 - 1 U. Leiria

ACAB(EM) com o futebol!

Assim se apresentou a rede que separa a bancada dos sócios do terreno de jogo no passado jogo, despida de qualquer faixa uma vez que a direcção cedeu à pressão exercida pela republica(?) que proíbe qualquer* grupo de adeptos organizados transportar para o recinto desportivo qualquer material alusivo a esse mesmo grupo e de apoio ao clube (bem como materiais sonoros). Está lançado o mote para se tentar acabar com a cor e o som no futebol, no qual é exigido ás claques que os seus membros estejam identificados numa base de dados que, entre outras coisas, engloba a cedência de dados pessoais como o número de B.I. e (pasme-se) a morada... Em que democracia vivemos então quando somos proibidos de esticar um pano com um nome sem que o mesmo seja de todo prejurativo ou ofensivo? É o que se está a passar, é constitucional?! Sim dizem "eles" é a lei, Não dizemos nós, é repressão, puro fascismo. É, então, a lei feita por senhores engravatados que de futebol e suas massas perceberão tanto quanto eu percebo de física quântica...
O Luís Silva já se encarregou (e muito bem) de marcar a nossa posição sobre este assunto, no qual a avassaladora maioria não pretende "legalizar-se". O espírito ultra não nos permite "pôr o cu a jeito para sermos fodidos" por essa cambada que quer controlar tudo e todos. Como um Homem não o é pelo corpo mas sim pela a alma, também a Furia Azul não é uma faixa, mas sim os furiosos, que NUNCA deixaram de estar onde o Belenenses estiver, sem sinaletica mas Presentes e a apoiar (pelo menos enquanto não nos mandarem cortar as cordas vocais e fizerem de nós manetas). Não cederemos a pressões sob pena de sermos enfiados numa qualquer "jaula" numa qualquer bancada.. Sacrifique-se o material que a entrada há-de ser feita como sócios que somos para o sector mágico e "apoiaremos com alegria".

Não sou ilegal, tenho B.I. português e foi cá que nasci, Sou sócio do Clube de Futebol "os Belenenses" com cotas pagas, o meu único crime é Amar o Belenenses!
* A lei faz vista grossa a núcleos e casas dos clubes (e as claques da selecção nacional de futebol, são legais?)

17 setembro 2007

1ª Liga: BENFICA 3 - 0 Naval (3)


Mais um capítulo se escreveu na luta dos grupos do Benfica contra a cada vez mais visível onde de repressão do clube para com os seus grupos organizados de adeptos com o braço armado da PSP que continua a pactuar com actos ilegais, pois ao retirar uma tarja em plástico em que está escrito DIABOS, teria de explicar em que código e em que Lei aparece as indicações que tal é ilegal. Não têm capacidade para isso, e como sempre seguem instruções das mesmas pessoas do SL Benfica que os fizeram de “patetas” aquando os acontecimentos no passado SLB – Foculporto da época passada.


Ou seja, basicamente a “autoridade” não tem qualquer autoridade. Limita-se a cumprir ordens de “promotores de espectáculo” cuja habilidade para os promover é claramente apontado para a vertente repressiva e não para a vertente desportiva e do futebol popular e de massas. É esse futebol (com o qual todos crescemos) que estão a tentar matar. A questão continua a não ser a Legalização ou ausência dela. Continua a ser a falta de respeito que uma “direcção de segurança” e uma direcção do Sport Lisboa e Benfica continua a demonstrar pelos seus grupos de adeptos.


Recusando resolver as situações ouvindo os grupos mas sim ouvindo mentes estranhas ao nosso clube e impondo as suas leis. No entanto, se calhar, isso até se justifica, já que historicamente esses dirigentes do Sport Lisboa e Benfica também são corpos estranhos ao nosso clube. Felizmente o Benfica demonstrou SEMPRE ser um clube democrático e não há poderes eternos. Felizmente também os dirigentes do Benfica, loucos pelo lucro fácil, “obrigaram” (no nosso ponto de vista bem) os elementos dos grupos a serem sócios do Sport Lisboa e Benfica. Isto é uma arma que não podemos esquecer. O nosso poder enquanto sócios do SLB e a capacidade de mobilização que temos, muito superior à máfia da construção civil, por exemplo…
Os Diabos marcaram mais uns pontos, num Portugal em que os grandes grupos (dos chamados “grandes clubes”) extra Benfica foram os primeiros a trocar a sua identidade sem pelo menos dar algo em troco. Porque preço se venderam?


As imagens falam por si. A tarja DIABOS, a sua retirada com uso da força por parte do Corpo de Intervenção da PSP. Se recordarem, na ocasião anterior bastaram 4 “spotters” sendo que não houve resistência, demonstrando que as intenções não eram violentas. Desta vez, e sinceramente para o mesmo número de elementos dos DV (máximo de 300) foi necessário o uso de força bruta. Com ordens de quem? Não sabemos, mas algo de “mente que brilha” anda por aí…
Após a retirada, eis que por magia mais uma aparece na bancada. Acompanhada da frase “Temos mais plástico !”. Esperemos que entendam a ironia…

Apontamentos finais:

- Para a repressão posterior do Benfica. Retirados os pedidos de bilhetes para Braga, ameaças de retirada das chaves das sedes, ameaças de retiradas dos bilhetes de época, etc etc etc.
Mais uma vez a recusa ao diálogo e a apresentação de soluções. Apenas repressão e imposições.

- Para a recusa de autorização a uma bandeira do Benfica à sua entrada no estádio. Sem referência a qualquer “claque” foi recusada a um grupo de DV’s a entrada de uma bandeira de 2x2 m com o símbolo do SLB no estádio do Benfica. Responsável? Uma chamada telefónica da “mente que brilha” para os funcionários Prosegur da porta 25.

- Para os sócios do SLB que demonstraram mais uma vez estar do lado dos seus grupos de adeptos, acompanhando os seus cânticos, aplaudindo a atitude dos DV e assobiando a intervenção da polícia.

- Para Rui Costa. Aplaude DV e NN, mostrando que felizmente as reais bandeiras do Sport Lisboa e Benfica reconhecem o valor dos grupos e não os tratam como algo estranho. É que num caso são 25 e no outro 15 anos de dedicação ao clube.

A batalha irá continuar…


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1ª Liga: Boavista 0 - 0 LEIXÕES


Petição: Benfiquistas Pela Liberdade!!!

To: Direcção do Sport Lisboa e Benfica

Os sócios do Sport Lisboa e Benfica estão neste momento a sofrer um tipo de repressão que lembra o antigo regime. Os sócios são proibidos de entrar com bandeiras e as suas claques estão proibidas de dar côr ás bancadas do Estádio da Luz. Tudo isto por causa de uma lei obrigar os sócios do Benfica a "legalizarem-se". Querem que os Benfiquistas cumpram uma lei que obriga todos os membros de Claques a darem todos os seus dados pessoais para uma base de dados (todos os membros da claques do SLB já deram esses dados ao Clube) para que quando haja algum problema estes possam ser chamados a depôr. Legalizar para controlar! Uma vergonha digna da nossa antiga policial politica. Mais triste é o silêncio da Direcção do SLB que apoia a repressão nojenta da parte do Chefe da Segurança do Estádio da Luz o senhor Paulo Silva que como um ditador de meia tigela manda carregar o CI da PSP contra sócios do SLB com a autorização (ou indiferença?) do Presidente Luís Filipe Vieira. Logo este Presidente que tanto o apoiámos (foi o único Presidente de um Clube em Portugal que teve uma faixa com o seu rosto no seio de um Claque tal era o carinho nutrido por ele). Se acha que os sócios do Sport Lisboa e Benfica não deverão ser proibidos de entrar com bandeiras no seu próprio Estádio e que dentro do SLB quem manda são os sócios junte-se a nós nesta Luta pela Liberdade!!



Beira-Mar: Comunicado CNVD


No referido ofício é dado a conhecer aos vários clubes da Liga que foi estabelecido o prazo de um mês para que se dê cumprimento à exigência legal de registo de Grupos Organizados de Adeptos (Art. 18 da lei 16/2004 de 11 de Maio) junto do Conselho Nacional contra a Violência no Desporto (CNVD).
Assim, qualquer apoio dos clubes aos aludidos grupos, nomeadamente disponibilização de instalações no estádio para guarda de material, implica que o(s) mesmo(s) esteja(m) constituídos sob a forma de associação nos termos gerais do direito e registados como tal no CNVD.
Em face desta posição oficial da LPFP, o Sport Clube Beira-Mar informa que será obrigado a seguir à risca as instruções das forças de autoridade responsáveis pelo policiamento nos jogos relativamente à entrada de determinados objectos no estádio uma vez que, enquanto entidade organizadora do evento, o clube pode restringir mais do que a autoridade, mas nunca menos.
Esta posição do SC Beira-Mar é do conhecimento da direcção da Associação Ultras auri-negros.

1ª Liga: BENFICA 3 - 0 Naval (2)



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1ª Liga: PORTO 1 - 0 Marítimo (2)


1ª Liga: E. Amadora 0 - 2 SPORTING


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1ª Liga: ACADÉMICA 1 - 0 PAÇOS DE FERREIRA





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16 setembro 2007

1ª Liga: PORTO 1 - 0 Marítimo (1)


1ª Liga: BENFICA 3 - 0 Naval (1)


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