15 setembro 2007

Super Dragões: Fernando Madureira - Entrevista a "O Crime" (2)

"Tratam-nos como bandidos em tribunal"

Fernando Madureira é há 6 anos líder dos "Super Dragões", a claque do F.C. Porto.
O mais conhecido, o mais controverso e também o mais próspero líder de claque, faz parte da claque desde que tinha 14 anos de idade mas só aos 26 anos conseguiu impor-se como presidente dos "Super Dragões". Para além de presidente da claque, é um empresário de sucesso. Neste momento faz a gestão de quatro empresas que vão de vento em popa: "O indoor Soccer" que são dois mini-campos de futebol relvados, cobertos, que são alugados para as mais variadas práticas desportivas e as marcações estão quase sempre esgotadas. Estes dois recintos desportivos estão localizados na zona de Gaia, mais propriamente em Canelas. Tenho ainda um café bar em Massarelos, mais um pão quente e pastelaria na Ribeira no Porto e um negócio ligado à venda de roupas que equipam a nossa claque e é disso que eu vivo", diz-nos Madureira.
É disso que vive e vive bem, a avaliar pelo Porsche descapotável que conduz...
"Como sou uma pessoa muito mediática, as outras pessoas gostam de estar comigo, gostam de conviver e frequentam os mesmos lugares que eu. Isso também é bom para o negócio."

Todavia, nos últimos tempos, Fernando Madureira tem surgido ligado a vários escândalos. Primeiro foi Carolina Salgado a acusá-lo de ter alegadamente participado na agressão organizada a Ricardo Bexiga, depois foi Ana Salgado, em depoimento prestado ao DIAP do Porto a denunciar que alegadamente Madureira teve uma relação com a sua irmã. Mais recentemente surge envolvido no escândalo da morte de Aurélio Palha. Sobre todas estas situações Madureira diz-nos: " Tenho Amigos em todos os sectores. Sou uma pessoa muito conhecida e gosto de ajudar, mas os jornais armam sempre uma grande confusão à volta de qualquer situação que surja. Não tenho nem nunca tive, nada a ver com esses acontecimentos. Por vezes estou no sítio errado à hora errada e estabelecem logo ligações que não tem nada a ver comigo. Sou um tipo pacífico e gosto de ajudar os amigos".

Por falar em amigos, os dois sócios de Fernando Madureira na presidência dos "Super Dragões", Rui Teixeira e Paulo Trilho, abandonaram a direcção da claque... Mais, AQUI

14 setembro 2007

Revista: ADEPTOS - Edição Setembro - nr.21



Nova Época

O proximo numero da revista sai a 15 de Setembro, para mais informaçoes contactar email.

revistaadeptos@gmail.com


No Name Boys: "GULLIT" E COMPANHIA - 13 anos depois...

"GULLIT" E COMPANHIA 13 ANOS SEMPRE PRESENTES

Este texto foi originalmente colocado (By Paulo - Um Ultra dos velhos tempos), em http://totodacabeca.blogspot.com/ e é aqui republicado com a autorização do autor que se manifestou desde o inicio receptivo a esta homenagem 13 ANOS DEPOIS DA TRAGÉDIA.

Foi há treze anos...

Split (Croácia), 14 de Setembro de 1994

O Benfica deslocou-se ao estádio do Hajduk Split para disputar o primeiro desafio do Grupo C da Liga dos Campeões 1994-95. Jogo transmitido na televisão. Estádio cheio, ambiente infernal e adverso para o Benfica. Os adeptos croatas enchiam de moral a equipa com o seu enorme e incessante apoio. Nas bancadas um pequeno grupo de adeptos do Benfica, membros da claque No Name Boys, não mais que duas dezenas.



No Name Boys em Slipt, 14 de Setembro de 1994. Podem ver o Gullit ao centro, com o seu típico chapéu do jogador Ruud Gullit.



Entre eles encontrava-se Jorge Maurício, mais conhecido no meio Ultra por “Gullit”, um fervoroso e incondicional adepto do Benfica. Mítico dirigente e um dos líderes da claque encarnada. O “Gullit” viajava para todo o lado. Assistia a todos os jogos com o intuito de apoiar o seu Benfica. Tinha o hábito de escrever, no verso dos bilhetes dos jogos a que assistia, uma "crónica" do jogo, onde relatava os acontecimentos relacionados com as claques antes, durante e depois do jogo. "Sempre presente", era o seu lema. Mais tarde, tornar-se-ia o lema de um grupo inteiro…

O jogo terminou com um empate a zero. Um resultado satisfatório para os encarnados.
Na viagem de regresso para Portugal, a carrinha que transportava alguns dos membros dos NN despista-se numa auto-estrada em Espanha. O acidente foi grave. Morrem três jovens adeptos do Benfica: a Rita, o Tino e… o Jorge Maurício “Gullit”.

A má notícia corre depressa e chega a Portugal. As televisões, as rádios e os jornais noticiam a tragédia que se abateu sobre as famílias dos três jovens. O país desportivo fica de luto. Os membros da claque No Name Boys recebem a arrasadora notícia. Só eles sabem o significado real da perda.

Quando eu soube da notícia fiquei bastante abalado. Conhecia o “Gullit” muito bem, embora não fosse seu amigo pessoal. Toda a gente o conhecia. Com ele convivi e assisti a muitos jogos no topo sul do Estádio da Luz. E também em alguns jogos fora. Lembro-me com particular agrado e saudade as nossas deslocações a Alvalade, Belém, Amadora, Estoril, Jamor e Santo Tirso.

Éramos um grupo unido, em que todos se conheciam, e o “Gullit” estava sempre na linha da frente, incentivando, organizando, vendendo material (fotografias, revistas, cachecóis, etc…) sempre em prol dos NN e do Benfica, com total e incondicional dedicação.

No dia do funeral, inventei uma desculpa no trabalho e desloquei-me ao Estádio da Luz logo pela manhã. Soube através dos jornais que as urnas com os corpos da Rita, do Tino e do “Gullit” iriam dar uma volta ao estádio antes de irem a sepultar no Cemitério de Benfica. Cheguei ao estádio e, sem surpresa, encontrei cerca de 500 elementos dos NN à espera do “Gullit”. À espera do seu líder. Entre eles estavam também alguns elementos de outras claques do país, entre elas a Juve Leo, mostrando respeito e admiração pelo “adversário”, numa hora difícil.

A Sandra, outra lendária dirigente dos NN, tratou de distribuir a todos t-shirts pretas dos NN, para homenagear condignamente o nosso “Gullit”. Ainda hoje guardo a t-shirt e cada vez que olho para ela, lembro-me dele…

As carrinhas carregando os caixões chegaram e a dor e as lágrimas tomaram conta de todos os que ali estavam. Nunca, até àquela data, tinha visto tamanho sinal de pesar no seio dos adeptos benfiquistas. Infelizmente, 10 anos depois, o luto e o pesar foi ainda maior com a morte do nosso jogador Miki Féher. O nosso eterno camisola 29.

O cortejo fúnebre fez uma pausa em frente à porta de entrada da claque no estádio, no topo sul. Foi a última vez que o “Gullit” iria estar na sua curva… De seguida, partiu para a última morada. Ao cemitério compareceram alguns jogadores como o Mozer, o João Pinto e o Veloso. Igualmente presentes membros da Direcção do SLB. Foi uma despedida emocionada e triste, ao som dos nossos cânticos da altura. Lembro-me de me agarrar a chorar a conhecidos e a desconhecidos. Foi muito forte e intenso.

O Jorge Maurício era um líder. Trajava sempre à Ultra e tinha um característico boné na cabeça do seu jogador preferido: Ruud Gullit, o lendário jogador holandês (daí a sua alcunha).
Tenho muitas saudades do tempo em que via o “Gullit” à nossa frente, na bancada, com um tambor na mão ou com um simples cachecol. Sempre a cantar e a puxar pelo Benfica! Era uma inspiração para os Ultras do Benfica e um exemplo a seguir pelos Ultras dos outros clubes. E por isso era respeitado dentro e fora da sua claque.



Gullit de costas em cima da rede, a liderar a sua claque. Estádio José Alvalade no dia dos míticos 6-3.


Em 1992 foi um dos que liderou o movimento de dissidentes dos Diabos Vermelhos que, descontentes com o rumo e a direcção da claque, formaram um outro grupo de apoio ao Benfica, numa bancada diferente, situada no topo sul do estádio. Eu estava lá, em 1992, no primeiro jogo dos “novos” DV, contra a equipa do Sparta de Praga, num jogo para as competições europeias. Foi o início daquilo a que mais tarde foi designado: Rapazes Sem Nome, pois a direcção dos Diabos Vermelhos tinha registado o nome e a marca, não tendo sido possível aos “novos” DV manterem aquele nome.

Assim nasceram os No Name Boys, uma claque à qual eu tive orgulho de pertencer, numa altura em o que futebol e as claques não estavam minadas como agora…

"Há gente que anda aqui a trabalhar, a perder tempo, a privar-se da companhia dos familiares e não só, pessoal dedicado ao que fazemos e aparecem uns palhaços que vêm para aqui acomodar-se e procurar estragar tudo" escreveu um dia numa publicação dos NN. Ele sabia do que falava.



Jorge Maurício "Gullit", treze anos de saudade.



Há um episódio que só eu e o “Gullit” vivemos e que, naturalmente, ninguém sabe.
Por altura da formação dos NN, quando se soube que não poderiam adoptar o nome “Diabos Vermelhos”, eu quis ficar com a t-shirt amarela identificativa como membro da direcção dos DV que o “Gullit” ainda possuía. Concordámos que eu lhe compraria a tal t-shirt, por um valor que agora não me recordo exactamente. Como na altura não tinha dinheiro comigo, o “Gullit” disse: “Leva-a e trazes-me o dinheiro no próximo jogo”. O facto é que, por uma razão ou por outra, nunca cheguei a pagar-lhe o que devia...



Estádio da Luz, época 1994-95. Homenagem dos NN ao Gullit, aproveitando para "picar" os rivais da Juve Leo.


Velhos tempos em que havia amizade e companheirismo na claque. Um estilo diferente do presente… era a chamada “Velha Guarda”. Uma designação que muitos miúdos que hoje frequentam as claques não sabem e não têm a mínima ideia do que é.

Não queria terminar este já longo texto sem dizer: Obrigado, Jorge Maurício “Gullit”. O teu exemplo ficará marcado na memória de todos aqueles que sentem a honra e o orgulho por terem tido a oportunidade de te conhecer.

SEMPRE PRESENTES o nosso lema. O teu lema !!
RIP COMPANHEIROS !!!!!!!

Benfica: DV RIO DE MOURO - Novo Site!

13 setembro 2007

Marítimo: ULTRAS TEMPLÁRIOS - 12ª Aniversário



Completa-se assim mais um capítulo no panorama ultra na Madeira, os Templários fazem 12 anos de existência. Após João Varela ter formado a claque que iria revolucionar todo o sector nascente do Caldeirão dos Barreiros, uma mística inconfundível suportada por jovens que desde cedo tiveram o desejo intrínseco de ajudar e apoiar o maior clube das ilhas, o Club Sport Marítimo. É de sublinhar que apesar de as tentativas de repressão nunca ninguém se deixou demover nem parou na luta a que a todos os membros é comum, o amor ao clube e mais concretamente aos templários. Esses maniqueístas que sempre vieram com as suas demais teorias a respeito do nosso grupo proferindo palavras enganosas e de cariz dúbio pois por vezes as suas opiniões mudavam e a ambiguidade sempre esteve presente na alma desses pseudo adeptos. Não se pretende com este desabafo ofender ninguém nem nenhuma entidade pretende-se dar a conhecer a essas pessoas o que nós fomos, somos e ainda iremos ser. Aquilo que sempre caracterizou os templários foi uma atitude que está patente no ser humano, o expressar o descontentamento na derrota e a felicidade e euforia na vitória, não obstante, há uma coisa que nunca mudou nem vai mudar a presença dos templários em todos os jogos do marítimo, pois lá é um manifesto contra aqueles que pretende usurpar a liberdade do futebol e pretendem subverte-lo ao ponto de transformar o futebol num negócio. Os Templários e em geral todos os adeptos de Portugal condenam com veemência este género de atitudes, e valoriza todos aqueles que pretendem melhorar o clube e todos aqueles que agem em prol de um grupo, de um amor. Não é demais valorizar todos aqueles que nestes anos lutaram para que hoje a claque se mantenha viva e com cada vez mais chama, não á medida de todos aqueles energúmenos que sabem abrir a boca para dizer mal mas depois não compensam com actos mesmo que irrisórios como aparecer aos jogos, porque os grandes adeptos têm sempre os trabalhos redobrados e lutam para que nada falte aqueles que também vibram o maior das ilhas. Desde 13 de Setembro de 1995 foi criada uma lenda, essa lenda chama-se templários e continuará quer queiram quer não, cada vez mais irão mais jovens ás concentrações cada vez mais a cumplicidade entre os membros será maior, e as advertências falsas que muitas vezes são feitas só farão com que a revolta seja maior, mas essa revolta será positiva porque as concentrações em massa não são uma utopia cada vez mais são realidade, a juventude será conquistada e todos se renderão a um grande clube e a uma grande claque. E Porque a verdadeira mentalidade está cada vez mais próxima dos nossos jovens madeirenses e a sua crescente dinamização. Com tudo isto, apenas dizer que ser Ultra não é uma moda mas sim um modo de vida, uma forma de ser, de agir em não conformidade com o sistema que prejudica o nosso ideal.

Torcida Verde: Presidente em entrevista a "O Crime" (1)

O nosso presidente Luis Carlos, e o líder dos Super Dragões, Fernando Madureira, deram uma entrevista ao jornal "O crime" que saiu hoje, dia 13/09/2007.
Esta entrevista vem na consequência da divulgação de um vídeo no site de um grupo extremista designado ACAB ligado a claques de futebol e onde se faz apologia da violência contra a policia e se ensina a fabricar bombas, vem reavivar o tema da violência no futebol.
Vamos deixar aqui alguns excertos daquilo que o nosso presidente disse ao jornal "O crime":

« Feios, porcos e maus é a imagem que se tem das claques de futebol. Mas coma nova lei que obriga a legalização destes grupos, o cenário pode estar prestes a sofrer uma mudança radical. »

« Depois de dizerem que há tráfico de droga, vandalismo, escândalos e promoções do racismo nas claques, agora só faltava aparecer um grupo de pessoas desfocadas da realidade. Os ACAB são o contrário de ser ultra. Um ultra não esconde a cara. Dizerem que todos os policias são bastardos é generalizar, tal como dizem que nós nas claques somos todos iguais. Para nós esse movimento é ridículo. Fazer as coisas através do anonimato é estupidez, só serve para fomentar a violência e enganar os miúdos. »

« Há quem classifique esta nova lei de agressiva para as claques. Nós entendemos o contrário. Achamos que só quando forem pedidas responsabilidades aos clubes e ás suas claques é que podemos reclamar por alguns direitos, como a baixa dos preços exorbitantes dos bilhetes, o fim da corrupção, do sistema e outros podres do futebol português. É necessária porque todas as claques cresceram com o apoio milionário dos clubes, que apenas querem ter exércitos para pressionar os árbitros e para a guerra entre claques. Porque enquanto os otários andam a lutar entre eles os senhores da bola vão engordando e enriquecendo. E a qualidade do jogo está uma miséria. Somos carne para canhão. Vêem-nos como tropas de choque, um mal necessário e agora têem de estar connosco em todas as situações. Quantas vezes os clubes negaram ligações a certas claques para não terem problemas... Isto agora acabou. Enquanto formos vistos como grupos violentos não há hipótese de reclamar por quaisquer direitos. »

« A Torcida Verde é contra a concentração de poderes económicos no futebol. Em Portugal, o futebol vive do negócio, não vive dos adeptos. Os presidentes dos clubes e admistradores das SAD são os grandes responsáveis pelo que está mal no futebol português. Só falam do sistema quando lhes convém. Mas esse bacanal no futebol luso já existe desde 1995, vai desde empresas, a agentes, a jogadores e outros. Quer um exemplo? O horário dos jogos é feito em função das exigências da Sport TV.
Eles têm o domínio completo sobre a programação e alinhamento dos jogos. E o mais triste é a forma como os clubes e os portugueses se tornam subserviente desta realidade. »^

« Houve pessoas, miúdos e graúdos que morreram em estádios, no meio de conflitos de claques e ninguém soube. Era uma vergonha, vivíamos dentro da violência. »

« As claques continuam a sentir que podem fazer o que quiserem. 200 tipos vandalizam uma bomba de combustível. Aparece a PSP e faz o quê? Prende 2 ou 3 negros que tenham azar de lá estar e o assunto fica resolvido. »

« Não acredito que a maioria dos jovens goste de vir para andar a porrada, por isso associem-se os que têm um espírito pacifico e desportivo. »

Brasil: DVD - Portuguesa de Desportos / Leões da Fabulosa

Blog: FÓRUM-ULTRAS - A voz dos adeptos portugueses!


Sporting: DUXXI 07/08 - Novos cânticos


Sporting: BRIGADA - 3º Aniversário


12 setembro 2007

U. Leiria: FRENTE LEIRIA - 6º Aniversário

6 anos de apoio


Fizemos mais um ano, um ano que esperemos que seja ainda melhor que o outro e esperemos estar aqui durante muitos mais anos. A festa era garantida, e por volta das 15h já estava pessoal no bar Ikon a preparar a “nossa casa” que iria servir de abrigo ao nosso aniversário. Lá fomos pondo as faixas, estandartes e alguns cachecóis decorados pelo bar a dentro e fora, umas cervejinhas aqui e a acolá, umas rodadas pagas por uns e por outros, ia se aquecendo as gargantas, mas desta vez para o jantar que se iria seguir. Por volta das 18h já com tudo decorado pelos nossos decoradores de serviço sentámo-nos todos ao pé do retroprojector para o visionamento de um filme, Green Street Hooligans mas que teimam em chamar “Rebeldes de Bairro”. Acabou o filme e mais pessoal chegou era altura de irmos para o restaurante que as nossas barrigas já o pediam.
Chegados ao restaurante lá vieram as canecas com o produto e mais uma espera pelo pessoal que para comer nunca chega a horas, mas desta vez não havia problema, porque os que tinham chegado primeiro já se estavam aviar. Muita cerveja, alguma coca-cola e bastante comida decorreu no jantar, enquanto que aproveitávamos para ver o jogo da nossa Selecção.


Fim do jantar e novo regresso ao bar, desta vez já com muito mais pessoal, mais umas cervejas e era a chegada da entrega dos prémios seguido do visionamento do DVD dos 6 anos da claque. Estava gente fora da claque, meros utilizadores do bar que não conseguiram esconder um sorriso ao ver o DVD e com comentários “muito bom” e “espectacular” não deixa qualquer um indiferente. Passado 30 minutos do visionamento era chegada a tão desejada altura… os parabéns e o corte do bolo. Malta cá fora a cantar os parabéns e alguns cânticos pelo meio marcaram assim mais um ano de vida da claque. A festa claro está continuou pela noite fora com muito alcóol a mistura.

Resta-nos agradecer a equipa de Futsal por ter estado presente, ao nosso Mister Paulo Duarte por tudo o que tem feito, Carlos Serra , Dr Encarnação, Jorge Pereira, Luís (Legea) e Jorge (Ikon) por tudo.
Para os dirigentes da UDL em geral e adeptos e amigos o nosso muito obrigado.

Somos: Frente Leiria

Braga: BRACARA LEGION - Comunicado

COMUNICADO

A claque Bracara Legion informa, que fruto da reunião realizada esta noite, a claque voltará a ocupar o seu antigo sector, isto é, o sector B6, deixando assim o sector C8 que tinha ocupado nos dois jogos realizados esta época no Estádio Axa para a Liga BWIN. A mudança da claque para a bancada superior teve como finalidade aproveitar a acústica que o nosso estádio proporciona e a boa logística que o sector nos oferecia, contudo, e após dois jogos em casa em que os resultados ficaram de certa forma aquém do pretendido a quando da mudança para a bancada superior, e face aos pedidos feitos pelos jogadores e presidente do Sporting Clube de Braga, António Salvador para que a claque voltasse para a bancada inferior, a direcção da claque decidiu repensar o assunto e expor a situação aos seus elementos numa reunião (onde todos foram avisados da sua realização e do motivo da mesma), por sinal bastante concorrida, que por clara maioria decidiu voltar à bancada poente inferior sector B6, sendo que no próximo jogo em casa diante do Benfica, a Bracara Legion já ocupará novamente o sector B6.

A direcção da claque

Liga dos Campeões: 3ª pré-eliminatória - FC COPENHAGA 0-1 SL BENFICA


Sporting: JUVE LEO - Novo DVD


" Aqui está o novíssimo DVD da JUVE LEO época 2006 / 2007.
Neste DVD podem encontrar:

1- Menus interactivos
2- 7 videos de deslocações
3- O video do nosso aniversário
4- O video do jantar dos capitães
5- 2 filmes de jogos em casa ( porcos e tripas )

Em resumo, DVD com capa, que podem visualizar na imagem em cima, ao todo são 13 videos, todos do ano passado,e por final, um bónus, onde poderão vêr uma sequència de fotos ( 500 ) desde 1976, até aos dias de hoje.

Para pedirem o DVD,ou se tiverem dúvidas, usem o mail dvd@juveleo76.com "

11 setembro 2007

Claques: (i)Legalização do movimento Ultra em Portugal


As autoridades estão cada vez mais a apertar o cerco às claques que não se legalizarem, é considerado por muitos, mais um abuso do poder em que as autoridades metem o nariz onde não são chamados.
Apesar de grande parte das claques já estar legalizada e outras em vias de, a confusão sobre este delicado assunto continua bem presente, pois ninguém sabe porque razão terão que se “legalizar” e por que razão são obrigados a fazer uma coisa que vai contra toda a filosofia de um “ultra”.
Ao que pudemos apurar, a parte obvia desta situação é o CNVD (Conselho Nacional contra a Violência no Desporto), ter pessoal identificado para puder atirar culpas caso alguma coisa corra mal a troco de várias promessas, que até ver não foram postas em pratica.
Algumas das promessas apresentadas, centram-se no apoio às claques, fornecendo melhores condições que as permitam acompanhar os seus clubes de coração. Estes apoios, segundo consta, poderão ser reflectidos na redução dos preços dos bilhetes, coisa que até ver ainda não aconteceu e veremos se irá acontecer.
Este processo é mais um para o poder mostrar quem manda, pois enquanto eles estão em casa ou no sofá, grupos de ultras viajam atrás da sua equipa, com todo o seu material para depois chegarem ao estádio e serem barrados, cada vez mais isto tem acontecido e cada vez mais tem sido acumulada raiva entre os movimentos anti-legalização e a policia.
Esta “historia” só tem um desfecho possível, que é a legalização das claques, caso isso não aconteça, a claque deixará de existir, ou na melhor das hipóteses não conseguirão apoiar o seu clube da melhor forma, porque infelizmente e por mais que tentemos lutar contra isto, os prejudicados serão sempre os ultras envolvidos.
Ora uma coisa é certa, a inteligência dos lideres neste ponto também é decisiva e é aqui que se vê como contornar a situação de forma inteligente para dar o “golpe” à legalização, mas quanto a isso nada a dizer, cada grupo fala por si e sabe como contornar a situação.
O importante nisto tudo é a chamada “união ultra” que tanto se tem vindo a referir, é importante que os movimentos se contactem para em determinadas alturas se manifestarem em conjunto, porque enquanto uns andam a porrada com a policia e outros andarem a lamber-lhes as botas, torna-se complicado, porque o pensamento do estado é só um – “se uns fazem porque os outros não hão de fazer?”.
É indispensável o MOVIMENTO ULTRA NACIONAL, deixar de olhar a cores por uns momentos e agir em prol dos seus direitos, é simples por exemplo todas as claques numa determinada jornada manifestarem os seus direitos à sua maneira, quer através de faixas, tifos ou mesmo cânticos em comum, porque não?!
A grande e talvez a única vantagem para esta legalização, é que uma claque estando organizada pode apresentar uma candidatura aos fundos da União Europeia, podendo receber alguns apoios financeiros, agora uma coisa é duvidosa, será que haverá apoios para todos, ou mais uma vez vai ser por caras e por gostos (cunhas)?
É essencial para além de tudo que não se dê razão ao CNVD, é imprescindível que se deixe de acções politicas nas claques, assim como outras atitudes que são aproveitadas por muitos por estarem no seio de uma claque, é importante manter aceso o conceito de claque, e o movimento ultra que foi criado e surgiu única e exclusivamente para apoiar os clubes em questão, o resto é paisagem e foram coisas criadas à parte, coisas essas que só têm vindo a manchar o nome e a personalidade de muitas claques.
Não tenham medo, cheguem-se à frente e tentem que os lideres das vossas claques se juntem em prol dos VOSSOS direitos, é essencial mostrar a revolta conjunta de quem está revoltado com esta situação.
Estamos perante uma situação muito delicada, que não se explica e se resolve em dois dias, mas é certo que nada se faz para a mudar.
Não à politica (e descriminação) no futebol, Não ao futebol moderno e Não à desunião do movimento ultra em geral.
Os estádios não são assembleias, nem para o bem, nem para o mal!
Mais... AQUI

10 setembro 2007

Roménia: MOVIMENTO ULTRA SAI À RUA!!! (1)





Contra as novas leis repressivas... UNIDOS A UMA SÓ VOZ!